Category Archives: Amiga do alheio

sabão casulo

sabão casulo

Continuando com a produção nacional, eis o meu sabonete preferido. Não é um sabonete, é sabão, daquele que nas drogarias está arrumado nas prateleiras de baixo, ao pé do azul e branco. Chama-se Sabão Casulo, o Google não o conhece e não seca a pele. É cor de madrepérola, feito com óleo de côco, não tem perfume e vem numa barra que se corta às fatias para usar no banho.

Cada vez gosto menos de cosméticos e mais de boas receitas. Tenho de fazer um post em breve sobre piolhos (mais precisamente sobre como, quando há três anos a E. os trouxe da escola, nos livrámos deles sem champôs da farmácia). Continuar a ler »

a song to celebrate our love

Algumas das pessoas que me lêem há mais tempo talvez se lembrem do Anacleto, primogénito de muitos macacos que fiz entretanto. Ora o Anacleto, companheiro inseparável do Sr. Nilson e da A., acaba de se estrear com distinção como co-protagonista de um teledisco (eu sei que já não se diz teledisco) que tenho o prazer de partilhar aqui. A menina que canta e toca é a Xica, aliás Minta, e os discos dela estão na Retrosaria, claro: You e Minta & the Brook Trout. Parabéns ao realizador Tiago Hespanha.

quer

quer

quer

Quase a fazer três anos, a A. pediu de prenda um embrulho muito roxo e amarelo. Depois de alguma insistência, percebi que lá dentro deverá estar um bebé, pelo que rumei à Quer para o descobrir. A Quer está fora dos meus percursos habituais mas é a minha loja preferida de brinquedos. E não é só por ter nascido com os meus bonecos lá dentro. Trouxe o bebé (o embrulho roxo e amarelo fica para posterior produção caseira), os cubos mais bonitos de sempre e fiquei a namorar este jogo de animais para o natal. Continuar a ler »

quiosque de refresco

quiosque de refresco

quiosque de refresco

Tenho uma grande admiração pela Catarina Portas. Conheci-a na altura em que o projecto d’A Vida Portuguesa dava os primeiros passos e desde então temos partilhado conversas e interesses. A Vida Portuguesa criou uma moda. O trabalho pessoal que a Catarina fez junto de muitas empresas (convencendo-as a preservar e mesmo a recuperar determinadas características dos seus produtos) beneficia agora as inúmeras lojas que passaram a interessar-se pelos objectos quotidianos do Portugal do século passado e a apresentá-los com um orgulho inimaginável há dez anos. Novidades como a Portugalo e muitas outras devem-lhe a inspiração e o desbravar do caminho.

A mais recente aventura da Catarina (em parceria com João Regal) são os Quiosques de Refresco: três quiosques antigos recuperados e agora abertos ao público com uma ementa irresistível (limonadas, mazagran, chá frio, orchata, leite perfumado com canela e limão, xaropes de capilé e de groselha, etc.) e que só podem ser um sucesso. O das fotografias é o do Camões, que inaugurou hoje.

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josé machado

ecos do ofício

ecos do ofício

Foram feitas à mão e de propósito para a E. pelo José Machado. São macias e muito fáceis de calçar e descalçar, não escorregam e são espantosamente bonitas. Vieram pelo correio e ainda por cima foram mais baratas do que as da marca dos furinhos na sola. Estou rendida ao trabalho deste artesão português.

ver

m_h

Só links:

De pano: Black & white tattooed man, babysitting Fake-Morran e fabric pom-pom.

De fio: A tutorial for making rock babies.

De riscos: Wobbly land.

dos outros

sapateiro

De meu, hoje, quase nada. Dos outros:

Pano: Patchwork clothes.

Papel: Printers ornaments, Niña no llores… e The hand project.

PS: as Neñas são da autoria da ilustradora Roberta Gorni (obrigada, Ana).

dos outros

do chiado

Ver:

António Menéres, Dos Anos do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, que está quase a acabar.

Workshop, com elefantes azuis a correr parede fora que me lembraram os meus.

Rendez-vous de bicharocos internacionais

Fazer:

Charlie: saco de compras (via whip up).

Descobrir:

Mended, no blog que foi a minha descoberta do dia.

e celebrar o regresso da Claire.

sexta-feira na terça

freitag bob bag

pão com mel

Não sei há quantos anos andava para comprar uma Freitag. Acho que só não o fiz antes por ter andado sempre mais de mochila às costas do que de mala ao ombro mas, desde que a A. nasceu, um saco grande de mão (onde tudo cabe e ao qual a E. tem acesso fácil) tem sido a opção mais prática. Desde o Natal que uso este diariamente mas infelizmente as pegas revelaram não estar à altura do uso intensivo que lhe dou e estão a esboroar-se (aconteceu o mesmo com o teu, Rita?). Por isso, depois de namorar longamente os da loja on-line, passei hoje finalmente pela Hold Me (R. do Norte, 33) para ver se havia alguma Bob irresistível.

É possível que alguém tenha feito uma mala de lona de camião reaproveitada antes dos irmãos Markus e Daniel, mas são eles que as fazem melhor e foi uma Freitag que entrou, por exemplo, para a colecção de design do MoMA. A ideia é muito boa e tem sido copiada uma e outra vez, mas sem acrescentar nada ao original, que ainda por cima vem magificamente embalado numa televisão de cartão que vamos montar amanhã e acompanhado de um desdobrável com toda a história da marca.

Hello Bob!

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de longe

primaveresa e varãozosa

keychain from kagi

Apesar de não falarmos a língua uma da outra e de mesmo em Inglês nos entendermos pouco, há três anos que trocamos prendas. Gabo-lhe a minúcia e perfeição no patchwork e sigo (as imagens d)os outros posts com a curiosidade de quem adora ouvir contar como se vive noutras paragens. Desta vez elas receberam duas bonecas (que a Malva da Camilla e a Nazaré receberam na família), a quem a E chamou (eu diria brilhantemente) Primaveresa e Verãozosa. Eu ganhei o mais delicado dos porta-chaves.

Doumo arigatou gozaimashita!