Exposições - arquivo

museu regional de montemor-o-novo

museu regional de montemor

museu regional de montemor

Imagens da sala das profissões do Museu Regional de Montemor-o-Novo. São lindos os muitos taleigos à vista e extraordinário o objecto da segunda imagem, provavelmente obra de um albardeiro mas que não conseguimos saber o que era. A tesoura antiga de tosquia (agora por lá já se tosquia à máquina), de aros protegidos por pedaços de cortiça, é idêntica à que trouxemos da feira de velharias local há duas semanas. Continuar a ler…

museu municipal de castro daire

museu municipal de castro daire

museu municipal de castro daire

O pequeno museu municipal de Castro Daire, onde das outras vezes não tinha conseguido ir. Por pequenos que sejam, os museus locais valem sempre uma visita. Continuar a ler…

aprestos de cozinha

as idades dos sabores

as idades dos sabores
Formas para chocolates (em cima) e dois modelos tamancos de pisar ouriços de castanhas (sempre me tinha perguntado como é que este trabalho era feito antigamente…).

Programa para um Domingo: almoçar uma salada no Café do Monte, passear pelo bairro Estrela D’Ouro (provavelmente o mais bonito bairro operário de Lisboa) e a seguir visitar a exposição de Aprestos de Cozinha no mercado de Santa Clara (onde agora mora o Centro de Artes Culinárias). Só faz pena as legendas das peças serem tão parcas de informação (faltam datas, origens, histórias…). Continuar a ler…

joão mouro

joão mouro

joão mouro

Tinha reparado nas peças que expôs na FIA deste ano, mas foi há muito pouco tempo que conheci finalmente mais de perto o seu trabalho, meu vizinho aqui no bairro. João Mouro é artista plástico, de carreira e formação, mas as suas esculturas-móveis aliam à criação conceptual a dimensão táctil e técnica do trabalho de oficina. Os armários-moradia (não sei se lhes posso chamar casas de bonecas) entraram para a minha lista de compras de sonho.

João Mouro trabalha e expõe na Galeria 59 (Rua do Diário de Notícias, 59, em Lisboa), aberta ao público da parte da tarde.

Mais (e melhores) imagens aqui.

chitas de alcobaça

chitas de alcobaça

chitas de alcobaça

Terminou no Domingo aquela que foi sem dúvida a mais importante exposição de têxteis em Portugal deste ano. Esteve só durante o Verão, na galeria de exposições temporárias do Mosteiro de Alcobaça. Não foi uma exposição com novidades a nível científico, nem ficaram mais explicados os contornos misteriosos destes tecidos tão amados do Portugal de oitocentos que não se sabe como nem porquê vieram depois a ser baptizados como sendo de Alcobaça. Mas foi uma imperdível ocasião de divulgação deste património industrial e gráfico e um absoluto deleite para os olhos. Vi a exposição no regresso das férias e depois novamente na privilegiada companhia da mulher que até hoje mais tempo dedicou ao estudo das chitas e da sua história, a D. Maria Augusta Trindade Ferreira, autora dos textos dos catálogos que acompanharam as principais exposições anteriores e também do livro De Gil Vicente às Colchas de Alcobaça (ed. Câmara Municipal de Alcobaça, 2004). Continuar a ler…

todos

todos

todos

Dez anos depois do dia em que o mundo mudou, celebrar a diferença, juntos.

viana

fiar

viana

Sem imagens do Museu do Traje, porque continua a não se poder fotografar lá dentro. Para compensar já há catálogo e a exposição é muito bonita. Em cima, um prato do Museu de Arte e Arqueologia, e a seguir um chão da Igreja de São Domingos. Os mosaicos hidráulicos de Viana desaparecem de ano para ano: estes já lá não estão… Continuar a ler…

mosteiro de s. vicente de fora

sewing madonna

arraiolos

Pormenores do museu do Mosteiro de São Vicente de Fora (sem site oficial), onde fui pela primeira vez esta semana (ainda há museus por descobrir, mesmo na minha cidade): uma Virgem a coser enquanto o Menino varre o chão, dedais e cossoiros de fusos do núcleo arqueológico (mal assinalado no percurso mas para mim o melhor da visita), uma lindíssima Joséfa de ÓbidosContinuar a ler…

aljezur

aljezur

aljezur

Cada vez gosto mais dos pequenos museus locais, onde a prioridade é mostrar. Uns têm muito pouca informação sobre a colecção, noutros as condições de exposição deixariam qualquer técnico de conservação arrepiado, mas em todos há peças para ver, conhecer e relacionar. E para quem visita, venha de longe ou da porta ao lado, vale mais uma dúzia de peças à vista do que centenas delas escondidas nas reservas. Continuar a ler…

coleccionar em portugal

museu nacional de arte antiga

museu nacional de arte antiga

Fomos ver a nova exposição do MNAA, Coleccionar em Portugal. Doação Castro Pina. A meio do percurso, uma impressionante montagem de retalhos de tecidos dos séculos XVII a XIX. Fica-se sem perceber se é uma peça actual feita para a exposição ou se já existe assim como (lindíssimo) quadro há muito tempo. Continuar a ler…