Mais uma blusa do mesmo molde da de há um ano. Visto a primeira directamente do estendal, porque é a minha preferida para os dias quentes. Esta também não vai ter descanso. O tecido: Echino.
A Ervilha Cor de Rosa
rosa pomar
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play station
Há meses que tinha prometido à E. ensiná-la a coser à máquina. Usei quase o mesmo método dos workshops e deixei-a à vontade com meia dúzia de retalhos para praticar. Ontem de manhã disse que queria fazer um saco. Achei que seria complicado mas dei-lhe os materiais e deixei-a outra vez sozinha, só com algum receio de que furasse os dedos. O resultado surpreendeu-me.
Na véspera tinha feito uma saia de linho para a A. Usei o ponto de overlock da Juki para unir a parte da frente à de trás e um dos pontos decorativos para a barra. Continuar a ler
pronta

Duas peças (aliás três porque me enganei numa) de tecido bem cortado cosidas uma à outra igual a uma peça de roupa que vai ser usada muitas muitas vezes. Fazer é poder. Continuar a ler
manhã
A aproveitar a estação das blusas e a pôr à prova esta máquina. O tecido secou no tempo de ir comprar o papel vegetal para passar os moldes. Termino só amanhã, porque hoje a casa encheu-se de amigos.
leve

Demorou duas horas a fazer, entre copiar o molde (este, do mesmo livro da anterior) e pôr a secar para a poder vestir à tarde. Este tipo de tecido, ideal para dias quentes, é japonês e chama-se double gauze. Como o nome indica, é composto por duas camadas de uma espécie de gaze, o que o torna muito leve e macio (outro exemplo). O padrão é da Heather Ross e ou muito me engano ou foi directamente inspirado nas lindíssimas tapeçarias medievais chamadas La Dame à la licorne. Se conseguir convencer-me de que não preciso absolutamente de ficar com os rolos inteiros para mim, ponho-o juntamente com os outros amanhã na Retrosaria.
vestir-me
Este ano ainda não comprei nenhuma peça de roupa. Das várias vezes que estive à beira de o fazer (o momento crítico foi a chegada do catálogo da Boden), feita mentalmente a lista das peças que me fazem realmente falta, pensei que mais valia fazê-las eu. Preciso de uma ou duas saias (a que mais uso fi-la no século passado), um par de calças de ganga que vou mesmo ter de comprar e de blusas. Várias blusas de algodão das quais terminei hoje a primeira. É uma adaptação (mais curta e mais estreita) deste vestido cujo molde está num dos meus livros japoneses preferidos, da autoria de Naomi Ito (já esteve na Retrosaria e há-de voltar em breve, acompanhado de tecidos novos da mesma autora).
Como nunca tinha feito um colarinho, alinhavei bastante antes de coser e fiz muitos acabamentos à mão: duas lições a usar nos próximos projectos.
coser
confecção
As calças do início da Primavera já ficam pelo meio da perna e precisam de um elástico menos apertado. Fiz-lhe ontem umas novas, sempre com os restos de ganga dos slings mas agora com forro para ficarem mais quentinhas. Usei um molde de um dos meus livros japoneses e do lado de dentro pus este tecido. Na cintura usei um botão e elástico com as respectivas casas, para as poder alargar mais facilmente quando for preciso.
dela

Como prometido, fiz para a E. uma blusa igual à minha. Ela desenhou-nos enquanto eu copiava os moldes para o retalho que sobrou destes slings, no chão como o costume. O figurino provou ser tão bom em tamanho pequeno como em grande, e talvez venha a usá-lo ainda mais vezes (aos que perguntaram: para breve, na Retrosaria, não este mas outros livros com moldes para mãe e filha).


























