triomphe

paris arc du triomphe

O tecido é um dos meus preferidos de sempre, e tem uma combinação de cores de que provavelmente só quem como eu chegou à adolescência nos anos oitenta consegue gostar. O figurino é de uma revista japonesa que a Zélia generosamente me emprestou e que também usou para ela. Como estreia numa coisa com mangas não ficou mesmo nada mal. Na próxima semana conto ter (para mim e para a Retrosaria) um livro com outros modelos bons para o Verão. Até lá, espero variar um bocadinho de tema nos posts. Ou não.

Na loja há slings de primavera.

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mais

coser

coser

Tirando a roupa interior, e porque também tem a que era da irmã (se estivesse mais calor já podia usar este vestido), começo a convencer-me de que este Verão posso mesmo optar por não comprar roupa para a A. Ontem fiz-lhe mais umas calças e uma blusa. Para as calças usei um tecido de linho japonês que já tinha há muito tempo (espero vir a ter tecidos deste género em breve na Retrosaria) e para a blusa usei este e segui um molde deste livro.

A propósito:

Little Brown Dress, projecto performance de Alex Martin que durante um ano inteiro não vestiu senão um vestido castanho costurado por ela, num statement anti-consumismo.

coser

A

Depois do casaco, umas calças, feitas também com sobras dos slings e por um dos moldes deste livro. Para primeira experiência (nunca tinha cosido nada mais comprido do que as culottes) não estão nada mal, parece-me. Aliás são tão fáceis de fazer que me apetece não comprar mais nenhumas para a A. enquanto ela usar fraldas e calças de elástico.

O entusiasmo com a confecção levou-me a passar hoje mais tempo do que queria a ver figurinos. Tenho o tecido africano ideal para as blusas que me apetece vestir no Verão, mas falta-me a experiência para tentar uma mais ou menos assim. Talvez encomende finalmente este livro e ganhe coragem.

no seixal

casaco novo

manas

Como a E. adoptou definitivamente o dela, fiz um casaco para a A. Este cruza um bocadinho à frente e pode levar um botão para ficar fechado. Também é reversível e do outro lado tem o mesmo tecido do capuchinho vermelho que a Rita usou nesta camisa.

De manhã passeámos no lindo centro do Seixal. Fiquei curiosa com os postigos que há em muitas casas, que não são para as cartas e parecem demasiado pequenos para gateiras.

coser

sewing

Coser roupa continua a ser uma aventura. Estava há anos para fazer um casaco reversível para a E. e ontem, enquanto planeava encomendas de tecidos para a Retrosaria, tropecei na página que me fez deitar mãos à obra. Como os figurinos estão todos em Japonês e os desenhos são vagos para uma leiga fica mais espaço para a imaginação (e para o disparate). Usei só sobras dos slings e as medidas foram a olho. O resultado, um serão inteirinho depois, é um casaco razoavelmente à medida da E. (que desconfiou da ausência de fecho e bolsos) ou uma espécie de haori de mangas gigantes para a A., que passou a manhã com ele. Agora apetece-me fazer um para mim, ou um destes () com tecidos da Retrosaria.

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re-fazer

culottes

culottes

Há cinquenta anos quase toda (ou toda?) a roupa de bebé ainda era feita em casa. E, vida fora, desciam-se bainhas, remendava-se, desmanchavam-se camisolas para tricotar maior, apanhavam-se malhas nas meias, cerzia-se, faziam-se sapatinhos do feltro dos chapéus velhos e desfaziam-se casacos para usar o tecido pelo lado menos puído. Agora é mais caro tricotar do que comprar feito (mas compensa) e as casas não têm quarto de costura. Fazer em casa uma peça de roupa (com uma camisa velha do avô, um forro reaproveitado e um galão comprado há anos) é um mimo. Quase um luxo.

note to self

bloomers

Aproveitar enquanto são pequeninas para lhes fazer mais roupa. Depois dá trabalho a mais, e por isso é que depois desta saia, que continua a ser a minha saia, nunca mais fiz nada para mim. Fazer mais vestidos muito simples.

As babylegs pediram culottes. Quando a E. era pequenina nunca encontrava culottes bonitas para os dias mais quentes. Acabei agora estas, de usar dos dois lados. Estão prontas e servem, falta lavar, usar e ver o que é que pedem mais.

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