tchque tchque tchque

sapatinhos

Nos correios, na papelaria e em alguns olhares curiosos continuo a sentir o efeito da reportagem. Não resisto a transcrever parte do email que recebi da M. esta manhã:

A minha avó mora na Figueira da Foz e telefonou a dizer que vê imensa gente a tricotar nas esplanadas, que agora é moda. Foi até buscar as velhas agulhas para, muitos anos depois de aquecer os invernos dos netos com camisolas, botinhas e cachecóis, fazer umas coisinhas para o bisneto.

Não vi essa reportagem de que falas, mas ela deve ter visto, que agora não fala de outra coisa.

A Ana – única autora de um weblog que espero que um dia escreva também um livro (não confundir com a publicação em livro do que se publicou num weblog que isso, para mim, é uma coisa absurda, assim como ir agora editar o Lobo Antunes em pergaminho manuscrito…) – escreve sobre tricot e eu penso que desta moda sairá se tivermos sorte a distribuição em Portugal de publicações de jeito dedicadas ao assunto e o alerta para quem cá produz lãs especiais (as minhas favoritas são as de Mértola) de que há mercado e procura para esses produtos.

Na Baby Feira Mix também vai haver espaço para tricotar.

E ainda:

Seth Scriver: animações e outras coisas fora do vulgar, incluindo bonecos feitos de peúgas, como este.

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