a lã é grande

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Fiquei contente com o artigo do Carlos Quevedo publicado no DNa (Diário de Notícias) de hoje. A conversa da qual o texto nasceu tinha sido muito agradável e, depois de saber que era o Carlos o responsável pelas traduções selvagens da saudosa revista K, tive a certeza de que nada de mau poderia sair dali. Aproveito só para fazer uma pequena errata: Primeiro, não sou nem nunca fui professora de História Medieval, por muito que isso estivesse nos meus planos de quando entrei para a faculdade. Latinista, ainda menos, apesar de continuar a saber bem pelo menos as primeiras três declinações. E finalmente, na minha cabeça, tricot e Idade Média têm tudo a ver um com a outra.
Artigos à parte, tenho um problema prático para resolver. Ao contrário do que esperava, a gerente do Cem Medos, onde se realizou o encontro de Novembro, foi extremamente antipática comigo (para não dizer mal-agradecida) quando lhe propus fazermos também lá o encontro da próxima segunda-feira (apesar de ter, como sempre àquela hora e a todas as outras, o café totalmente vazio, reclamou que poucas das tricotdeiras tinham consumido e ameaçou que mais encontros só com consumo mínimo de Ä5 por pessoa! Se fosse de resposta mais rápida ter-lhe-ia dito que poucas sempre são mais que nenhuma, mas só me ocorreu depois e saí de lá com um ar desolado). Agora tenho de encontrar rapidamente um espaço no Bairro Alto ou arredores que possa receber cerca de 20 pessoas daqui a três dias…

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