#144

boneca e boneco

boneca e boneco

Não são poucos os dias em que dou por mim a pensar que gostava de morar numa casa mais cómoda, mais nova, numa rua com passeios mais largos e onde carregar um bebé quatro andares para cima e para baixo várias vezes ao dia não fosse tão cansativo. Mas são mais aqueles em que adoro a luz da nossa casa (hoje mais branca, noutros dias mais quente) e fico contente por ter por vizinhas muitas pessoas especiais e outras tantas lojas onde nunca se entra vezes que cheguem, como esta.

Não esquecer (note to self): da próxima vez que a gaveta do detergente da máquina da roupa não quiser abrir, verificar se por baixo dela não estão todos os ímanes misteriosamente desaparecidos do frigorífico durante os últimos meses.

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#131

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Se vivesse no Japão montava já um negócio que permitisse a pessoas que, como eu, se babam quando veem coisas como estas () encomendá-las a partir de outros países. Aposto que ficava rica num instante.

#130

130

A principal vantagem de ter convertido boa parte da família aos macs é a de poder pedir um emprestado quando o meu tem de ir para o hospital.

Estou atrasada em tudo, como o coelho da Alice, e por falar em Alice ainda nem esbocei uma ideia para o Month of Softies de Fevereiro (nem pude arrancar com o projecto toupeirinha).

A E. entrou na fase dos thutochhh (sustos): sempre que ouve o camião de recolha do vidro a passar na rua salta para o meu colo e agarra-se como um bichinho. E eu consolo-a e abraço-a e aproveito cada segundo destes colos que ela dispensará tão depressa.

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