estojo sabão

estojo sabão

Há onze anos fiz um estojo de enrolar para os pincéis e canetas de um amigo que andava em Belas Artes. Usei um tecido de linho antigo que a minha mãe tinha em casa e cosi-o todo à mão. Só tinha um elástico ao meio, em vez de bolsos, mas gostei tanto do resultado que fiquei sempre com vontade de fazer outros no género. Agora, entre os tecidos que já tinha deixado preparados antes de ir de férias e os que comprei entretanto, vai ser um fartote.

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contagem decrescente

projectos

…para as férias. Amanhã é o nosso último dia em Lisboa e em vez de começar a fazer a mala passei boa parte do dia a brincar aos tecidos e a planear um monte de estojos para as agulhas de tricot. Entretanto, tenho finalmente mais alguns sacos de chita moderna na loja e aprendi outra coisa sobre as chitas com um lojista simpático:

Diz ele que as chitas que se vendem hoje em dia são chitas de Alcobaça mas que as chitas propriamente ditas deixaram de se fazer há cerca de dez anos, quando a última fábrica que as produzia fechou (e no sítio dela nasceu um condomínio). Estas chitas existiam em enorme variedade de motivos e tinham muita procura entre Março e Junho (se não estou em erro) por causa dos bailes das chitas. Já tinha ouvido falar de uma festa da chita mas se não estou em erro é uma coisa de tias e que se calhar nem tem nada a ver com chitas. Estes bailes das chitas, sempre de acordo com a minha fonte, eram organizados por colectividades e os vestidos usados eram feitos em chita (que custava cem escudos o metro) e preparados com meses de antecedência. Parece que eram uma coisa em grande. Tenho quase a certeza que essas chitas verdadeiras eram do género desta e desta, mais coloridas e populares do que as que se vendem agora que, tanto quanto consegui perceber, são quase sempre reproduções de motivos do século XIX e estampadas em tecido de melhor qualidade.

Apesar de estar proibida pelo Filipe de fazer posts sobre reciclagem enquanto não passar a ser eu a descer regularmente os sacos de embalagens e papel e a subir a rua com o vidro às costas para ir ao ecoponto, aqui fica, graças à minha homónima, o link que encerra a questão das embalagens Tetra Pak (ecoponto azul ou amarelo?): Ministério do Ambiente dá razão à Quercus – embalagens tetra pak devem ser separadas do papel/cartão.

Paris in the UK.

lisboa antiga

Tenho andado à descoberta dos armazens de primeiro e segundo andar, onde quase tudo parece ter parado no tempo e algumas senhoras ainda vão comprar os cortes para as saias da próxima estação.

A E. está com febre pós-vacinas. Da última vez que tinha estado assim ainda não sabia explicar o que lhe doía, mas agora já percebeu que estar doente é a melhor das desculpas para pedir todos os mimos:

– Anda, vamos à cozinha comer um iogurte.

Não posso, estou doente e não me consigo levantar.

Pois.

Ema: é a mais recente da minha lista de artistas japonesas preferidas. Descobri-a ontem aqui e estou absolutamente rendida. Gosto imenso deste tipo de trabalho com aplicações em tecido mas nunca fiz nada menos trapalhão do que esta menina, há quase dois anos.

Abstyle Handmade: mais zakka, também via Candlemomo.

tecidos e linhas

Ontem fui comprar alguns materiais para os próximos estojos de agulhas. Só vão estar prontos em Setembro, depois de vir de férias, mas estava com tanta vontade de não deixar escapar algumas ideias que tive que passei a tarde a percorrer a Baixa. Apetece-me fazer alguns menos coloridos e mais inspirados pelas texturas e cores de tudo o que é zakka.

Na revista Visão que ainda está nas bancas há um artigo dedicado à Livraria Mãos à Arte, que é um dos sítios onde tenho bonecos à venda. Vou passar por lá à vinda das férias, para conhecer finalmente o espaço e deixar o resto de uma encomenda que ainda não consegui completar.

Bloglines: Este post da Fer, tão directo a um assunto em que também tenho pensado, fez-me experimentar finalmente o Bloglines. Ultimamente andava a usar o Kinja para manter as leituras de blogs em dia, mas o Bloglines é incomparavelmente melhor. Permite arrumar os links como se quiser, publicar blogrolls, fazer “recortes de imprensa”, etc. etc. Já adicionei aos meus feeds muitas das minhas paragens obrigatórias. O único senão é alguns dos meus blogs preferidos ainda não terem um feed e por isso não poderem ser interpretados por este sistema. É o caso do blog da Camilla Engman, do Mass Distraction, do Art for Housewives, do Loosetooth art/work e do Mothern, entre outros.

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