(post ex-perdido, de quinta-feira à tarde)

enquanto os efeitos perversos da globalização não acabarem de dar conta da indústria têxtil portuguesa vale a pena ir às feiras. sobretudo se se tem: paciência para mergulhar uma e outra vez nos montes de roupa até aparecer aquilo que se procura, resistência ao pó e ao sol, um fathern para carregar a cria e procurar os recantos fresquinhos, sentido de humor para ouvir os pregões fura-tímpanos e tempo para dormir uma sesta ao regressar a casa.

finalmente pronta…

…a prenda para a minha mãe. lá dentro:

1. boris vian: le déserteur

2. georges brassens: le petit joueur de fluteau

3. sérgio godinho e jorge constante pereira: canção dos abraços

4. cesária évora: direito di nasce

5. joão gilberto: o pato

6. sérgio godinho: o galo é o dono dos ovos

7. sérgio godinho e jorge constante pereira: pico pico manjerico

8. anónimo: romance da bela infanta

9. radiohead: i will

10. anónimo: cantiga de nanar

11. anónimo (int. montserrat figueras): josé embala o menino

12: “cantiga italiana”

um scanner é como uma máquina fotográfica quando se tem ideias lindas.

agenda

preciso de voltar a ter agenda ou coisa parecida. trabalhitos que são ainda pequenos e compromissos de ordem vária vão-se acumulando.

elvira palra para pais e avós, todos eles/nós babados em consequência (depois, com a excitação, bolsa, claro).

colheres recebem email daqui e respondem que sim, com todo o gosto.

não respondi ainda ao lindo email amarelo. mas não me esqueci.

pick of the day no fotolog.