♦♦♦♦

faixa

faixa

A faixa (ravelry) já estava terminada há uns dias mas só agora voltou a estar fresco que chegue para a usar. A lã é a Beiroa nas suas duas cores naturais e o ponto chama-se vulgarmente entrelac mas também é conhecido e praticado há muitas décadas nalgumas aldeias portuguesas (com belas histórias a propósito para contar um destes dias).

I’ve finished my knitted belt a few days ago but last week it was to hot to wear it. I’d been meaning to knit something like this for a long time, as I hate having my underwear showing when I wear low waist jeans. The yarn is Beiroa. I had never tried entrelac before, but after finding out that it has been know for many decades in some remote portuguese villages (and associated with very interesting traditions – more on that later) I had to learn it (Ravelry). Read more →

vvvvvvv~~~vv

l'art populaire en france

Menos posts que de costume porque ao trabalho habitual juntei nas últimas semanas a tradução de um livro de tricot feita a convite de uma editora portuguesa (é caso para dizer finalmente, porque depois deste poucos ou nenhuns com interesse se editaram por cá). Não sendo um trabalho muito criativo, foi óptimo para ganhar experiência, escolher termos, praticar abreviaturas, etc. Além de que na pesquisa acabei por constatar que por detrás da excelente tradução d’O Grande Livro dos Lavores está o mesmo Fernando Baptista de Oliveira que escreveu O Tricot em todas as modalidades, o Método de Corte, e ainda (e isto é que me surpreendeu mais) a História e Técnica dos Tapetes de Arraiolos, que continua a ser a grande (única?) obra de referência sobre o tema. Quem seria este homem?

As imagens do post são de dois dos livros que folheei hoje, um dos anos 70 sobre arte popular em França e o outro um manual espanhol de engenharia têxtil dos finais do século XIX. Read more →

☼

:)

prenda do toino

Esta tarde, na varanda:

O velo branco desta tosquia, depois de lavado e antes de ser estendido a secar.

A A. com um dos meus lenços novos. Fi-los com retalhos de riscados portugueses (salvos da trituradora) a pensar no vestir das mulheres alentejanas e acrescentei-lhe os biquinhos que povoam muitas das nossas mantas e taleigos.

From this afternoon, in the balcony:

The white fleece i’ve got from António the shepherd a few days ago. Washed and ready to dry under the sun.

A. wearing one of my new scarves in the old Alentejo way. The colors are inspired by the blues and greys of the women’s work clothes and the prairie points come from many of our traditional quilts and taleigos.