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avental estojo

Não tenho conseguido acompanhar quase nenhuns dos meus blogs preferidos mas, naturalmente (pelo menos para nós), o assunto loja está longe de estar esgotado. Estar atrás de um balcão várias horas por dia é uma experiência nova para mim. Contacta-se com pessoas muito diferentes umas das outras, umas que já conhecem o nosso trabalho e vão lá para o poderem ver com as mãos, outras que estão só de passagem mas entram na mesma. Estou sempre curiosa e atenta ao que dizem. Às vezes é um bocadinho estranho, sobretudo quando ouço alguém a dizer o meu nome ou a falar do meu trabalho sem saber que eu estou mesmo ali.


Entre os visitantes de hoje houve: um coleccionador de coisas em forma de cão ou com desenhos de cães (que ficou encantado com a Izidora Basset da Hilda), várias namoradas a darem a deixa aos respectivos e pouco perspicazes namorados sobre o que gostavam que eles lhes oferecessem, uma simpaticíssima senhora com quem conversei sobre chitas e que levou várias pegas para oferecer no Natal e duas gémeas pequeninas e a sua mãe prendada que não resistiram aos caça-ventos da Ana.

Já tenho uma segunda fornada de aventais-estojo (irmãos mais novos do da E.), porque a primeira desapareceu num instante. E amanhã, se tudo correr como planeado, deito mãos a mais uma leva de chatelaines (a da Débora já está a uso e as outras também já foram levadas).

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