3 anos

boneca

Há três anos nasceu e ao terceiro aniversário celebrou cada pormenor, das prendas aos parabéns, às velas, ao bolo de chocolate que pediu especificamente, aos telefonemas. A prenda preferida (de muito longe) foi a longamente planeada boneca. A boneca, baptizada minha [dela] filha. Foi encontrada aqui e é a resposta aos desejos dela (roupas de vestir e despir e cabelos compridos para pentear) e meus (é uma boneca com todos os atributos da espécie mas não é assustadoramente feia nem pirosa). Agora, como boa avó, vou passar o serão a tricotar-lhe uma camisola.

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a coroa,

coroa

ou os tácitos protocolos dos infantários:

Depois de me terem dito que os meninos pequeninos não iam mascarados para a escola esta manhã encontrei três Noddys na sala da E. Esta coisa das máscaras na escola soa-me sempre a competição velada entre os pais. Um dos Noddys tinha carro e tudo. Como pressenti que corria o risco de ser a única sem acessórios carnavalescos, a E. levou uma coroa que fizemos as duas ontem à tarde e pronto. Nada de cetins brilhantes made in China. Cortei uma tira de alcatifa, cosi-lhe botões e juntei as extremidades. Depois lembrei-me que também podia tê-la pintado, mas ela gostou assim.

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#505

505

Há momentos em que a luz é perfeita e pronto. Dei pelo de hoje quando lhe estava a lavar os dentes, na cor da pele dela, mesmo em cima da hora de sair para escola, e disse-lhe

estás tão bonita que temos de ir tirar umas fotografias.

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fresco

verde

Num raro acto de fidelidade ao pequeno écran, vi ontem a terceira e última parte de um documentário que me apanhou de surpresa: Status Anxiety. Há alturas em que ser leiga (ou será da idade?) permite gostar ou não das coisas de uma maneira mais espontânea. Foi o caso: não conhecia o Alain de Botton, não li o livro, não tinha ouvido dizer a ninguém se era bom ou mau. Simpatizei com a realização, com o conteúdo – um misto de iniciação à Sociologia e tele-curso de auto-ajuda (o que escrito assim parece péssimo) – e ainda mais com as mensagens (/moral da história) de que é possível dar importância apenas ao que é mesmo importante e de que vale a pena lutar por ideais e viver de acordo com aquilo em que se acredita.

…na fotografia, frescos, tenros, biológicos, sápidos aneto e grelos de nabo.

#502

502

A irmã do cão ainda sem nome tem uma espécie de saia (ou avental) por cima das calças.

Ainda com pouco (tempo) para escrever (mas muito que coser), outros links, que vão ficando:

Thriftcraft: novo blog da Hillary (uma das principais referências na matéria crafty). A ver, também, o novo design do Wee Wonderfuls – numa altura em que os agregadores de feeds (é assim que se diz?) como o Bloglines estão a transformar a forma como se lê blogs – e as instruções gratuitas para fazer um Pointy Kitty.

The tatoo controversy (and part 3): ainda e sempre, as razões e os limites da propriedade intelectual.

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#501

macaco

macaco

O #501 também ficou para ela e também tem bebido muitos chás. O único macaco que tinha feito, há quase dois anos, voou para os Estados Unidos e não teve irmãos mais novos. Este estava rabiscado desde Outubro, impresso desde Novembro e foi agora finalmente cosido.

(Obrigada por todos os comentários sobre o #500!)

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