supersize me

Enquanto o quilt seca (está acabado, finalmente), antes de sair para o meu outro trabalho, com a A. a sabotar-me o post batendo gloriosamente na space bar, um minuto para deixar escrito que o documentário Supersize Me devia ser de visionamento obrigatório para pais, mães e crianças em idade escolar. A E. tem quatro anos recém-feitos e já chegou a casa a perguntar quem era o maquedónalde. Depois de esclarecida e passadas algumas semanas disse que todos os seus amigos gostavam muito de ir ao McDonald’s e depois que também lá queria ir comer caixotes de batatas fritas (os quatro anos e as conversas delirantes com os colegas da escola davam matéria para muitos posts). Obviamente não irá tão cedo.

E agora ala que se faz tarde, mas não sem antes apontar para as belíssimas rodilhas de Viana mostradas pela Natacha. A tag rodilha, no flickr, está cada vez mais animada.

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  1. Olá Rosa!

    Pois eu nem consegui ver o documentário até ao fim, que comecei a ficar enjoada de ver tantos big mac’s a passar…

    Acima de tudo, acho que são os pais que devem chamar a si a responsabilidade de educar os seus filhos quanto á alimentação. Não concordo nada com a posição do documentarista de processar uma cadeia alimentar, quando ninguém é obrigado a passar por lá!

    Para mim, criminoso foi o que se observou nas cantinas, porque afinal, a grande epidemia é a falta de educação ou deseducação, que começa bem cedo nas escolas!

  2. Olá Rosa,

    Concordo plenamente que os devemos afastar das catedrais de consumo, mas, aqui em casa, aprendemos com a experiência que proibir torna, de facto, muito mais apetecido. Com os nossos três filhos, de 18, 9 e 8 anos estabelecemos regras: gulodices uma vez por semana, à sexta-feira; McDonalds uma vez por mês. Cresceram a conhecer esta realidade e já me confrontei com situações em que pais de amigos me dizem: – Ofereci um chocolate ao Manel e ele agradeceu e guardou. Perguntei-lhe se não gostava e respondeu-me que ainda não era sexta-feira. Quanto ao Mc sabem que se forem dia 1 esperarão no mínimo 30 dias para lá tornar. Confesso que uma vez ou outra, por razões práticas, já me deu jeito repetir mas não tive coragem de romper o trato.

    Aconteceu-nos o mesmo com a carne, que por hábito raramente comemos. Um dia o filho mais velho perguntou-nos o que era um bitoque, todos os seus colegas de liceu comiam bitoques quando iam ao restaurante com os pais. Fomos os dois ao Pombalino que dizem ter o melhor bitoque de Oeiras e arredores. Não ficou fã mas, se não tivesse experimentado, o desejo iria crescendo, crescendo. Nestas coisas, como noutras, valha-nos o nosso bom senso de educadores.

  3. Rosa,

    desde que vi o documentário que ele não me sai da cabeça. Fiquei completamente impressionada. Apesar de aqui em casa não sermos fãs de McDonalds e coisas do género, não deixou de me fazer confusão saber que existem pessoas capazes de comer McDonalds mais do que uma vez por dia!!!!!!! Acho que a minha M., também com 4 anos é mais desatenta. Ainda não descobriu as Happy Meals e o seu potêncial. Felizmente.

  4. Concordo totalmente contigo! Eu boicoto o Mc por razões ambientais. Aquilo é poluição em todos os sentidos. Para não falar da velha história da desflorestação.

    Como não como carne nem peixe só tenho de fugir à tentação das batatas fritas e das sobremesas (aquilo deve ter droga porque de facto é delicioso e viciante). O filme é chocante e mais chocante ainda é ver que nenhum dos médicos previa o que viria a acontecer ao fígado do homem.

    E o modo como eles camuflam aquele lixo de comida no meio de brinquedos e papéis impressos com tintas muito provavelmente poluentes… enfim.

    Fico muito feliz por teres gostado das rodilhas. Obrigada… Graças a ti já tive mais de 100 visitas :)*

  5. Oh Rosa, que discriminação ! não viste a minha rodilha ! está bem que se trata de uma simples banda de capulana enrolada no momento, não tão sofisticada como as que se fazem por aí pelo Pomar… mas reparaste como estava em harmonia com o vestido ?

  6. Tenho dois filhos e o mais velho, de 5 anos, já foi convidado duas vezes para festas de aniversário no McDonald’s!! …quando são os próprios pais a permitir que crianças de 5 anos consumam fast food… Sou uma mãe furiosa contra este tipo de alimentação, mas concordo que não possa proibir (nem quero – hoje festejo o 25 de Abril!) e por essa razão tendo já ido duas vezes ao McD, é um menino habituado a comer sopa e fruta todos os dias e até adora peixe cozido! O mais novo, de 4 meses, também consome só fast food… existe algum alimento mais prático e rápido que a amamentação? ;-)***

    Bjs

  7. Vi Supersizeme com meu filho na época com 4 anos e meio. Ele ficou completamente aterrorizado e nunca tinha provado os lanches, apenas o sorvete.

    Achei engraçado porque antes disso ele nunca tinha reparado em Mcdonalds. Alguns dias depois ele viu a propaganda em que Ronald MCD utilizava um capacete conectado na mente de outra criança. Ele mais uma vez ficou louco e disse: Que horror né mãe…roubando as idéias das crianças.

    Um tempo depois ele passava e ficava olhando para o Mc Donalds ( amigos de escola). Como eu não queria que ele ficasse com aquela idéia que depois de um tempo vira tentação irreversível de teor repressor, perguntei se queria provar. Ele disse sim e fomos lá. Ele comeu a batata frita mas nem tocou direito no sanduíche. Chegamos a conclusão que não era nada demais, q era caro e não era saudável e ele esqueceu o assunto.

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