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  1. Fala-se por aí de uns livros japoneses sobre ponto de cruz que, pelo que vi online, são de cair para o lado de bonitos.

    Já viste o livrito sobre azulejos comuns que saiu há pouco?

  2. Oh those blue tiles are lovely. And Moving Hands stockings are works of art/love. circunvizinhanças? encircling neighbours? tiles around where you live? you’ve got good neighbours.

  3. Os padrões são lindos! Mas como fazes? Entras à socapa nos prédios antigos? Ou tocas à campainha? :D))) (Não respondas…) ;)

    Esse ponto-cruz é realmente de outro mundo, fantástico! As piroseiras que se cuidem!

  4. acho lindas essas coincidencias…

    tenho uma foto desses mesmos azulejos, aqui no brasil, em belém do pará.

  5. Esses azulejos azuis não são, por acaso, os da Vila Sousa na Graça?? E a janela do meu ex-quarto (antes de lhe terem posto um estore)? Que saudades…

  6. Oi, Rosa:

    Moro no Brasil, numa pequena cidade do interior de Minas Gerais, e estou encantada com suas idéias sobre Patrimônio e preservação da natureza.

    Por aqui é a mesma coisa, ou pior, pois somos do “terceiro mundo”, e a noção de preservação é muito pequena. Vivo fotografando construções antigas e pisos de ladrilhos, nem que seja só para preservá-los no papel. Tambem sou artesã,e gostaria muito de saber sobre a chita de Alcobaça. Eu morava no Rio de Janeiro,e lembro de ver em lojas de tecidos, aquelas pilhas de tecidos espalhafatosamente coloridos, que só as pessoas mais pobres usavam. Eu era criança (hoje estou com 63 anos), e sempre achei estranho aquele tecido, e não conhecia ninguem que o usasse.

    Quando mudei para essa cidade do interior, encontrei em casas simples a chita sendo usada como toalha de mesa, pano de fogão,etc.

    A moda da chita chegou,e uso no meu artesanto.Acho muito interessante a quantidade enorme de padrões, pois todos os que vi com v.,não encotro aqui. E já reparei que em cada cidade, a chita varia. Outro dia uma amiga me falou da “chita verdadeira”, que é mais cara que a que normalmente compro.

    Sei que v. deve ser super ocupada, mas ficaria muito feliz se me respondesse. Se não for possível, pelo menos diga que recebeu meu email, pois já mandei outros, e fico sempre na dúvida se chegaram até v. Sou filha de portuguêses, mas não conheço Portugal, apesar de ter muito carinho pela terra dos meus pais (o pai era de Vizeu, e a mãe de Aveiro)

    Um abraço

    Flora Maria

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