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  1. uau, muitos, muitos parabéns, Rosa!!

    É, como costumo dizer, apenas mais uma prova do teu enorme talento, que delicia tudo e todos, não deixando ninguém indiferente!!

    Continua ;)

    Beijinhos**

  2. Uauh! Uauh! Uauh! Bom gosto e excelente ideia de quem se lembrou deles para essa função e para essa situação.

  3. Que maravilha Rosa:)

    Imagina o prazer dos sortudos que ficam com elas… yay! Agora podes fazer mais uns cem… para a loja:D

  4. Agora é que eu estou mesmo contente! A minha cara metade vai a esse congresso, o quer dizer que um será para mim ;) Boa!!!

  5. Excelente bom gosto de quem se lembrou de te fazer esse pedido!

    Estão fantásticos, parabéns Rosa :))

  6. Este post brilha de uma forma especial aos meus olhos : reconheço todos os padrões, todos os dias passeiam à minha frente na rua , são tão bonitos!

    Curioso que os sacos sejam exportados de Portugal para Cabo Verde … é a mundialização !

  7. Sooo Beautiful! Can’t figure out every portuguese word, but I believe this is for a just cause, isn’t it. If so, twice the beauty.

  8. Rosa, penso que sintas que admiro imenso o teu trabalho. Tenho 4 bonecos dos teus cá em casa, um estojo de agulhas, forneces-me o batting… e por isso creio que não irás levar a mal este meu comentário. Compreendo que a tua etiqueta se tenha já afirmado como um símbolo de prestígio e fico feliz de cada vez que um português, qualquer que seja a sua área, obtenha reconhecimento pela sua criatividade, e em especial tu, por quem sinto um enorme carinho. Mas talvez por defeito profissional, não posso deixar de ficar admirada com isto. Alguém nesse congresso terá noção do que representaria confeccionar os sacos em Cabo Verde? Alguém nesse congresso terá noção do que significaria para uma família, ou duas, ou até mesmo três ser paga para costurar 100 sacos? Ou o que significaria para a família que vendesse os tecidos? Ou o que significaria para… ou o que significaria para… A solidariedade não se pode continuar a basear nas campanhas de fundos e roupas usadas e livros riscanhados que os nossos filhos já não lêem. É na criação de oportunidades. E aqui perdeu-se uma.

  9. Olá Rosa,

    Quero dar-te os parabéns pelo trabalho que, como sempre, está perfeito – pelo que também esses sacos devem estar uma perfeição.

    Entretanto, estando em África, e conhecendo bem a realidade africana, não poderia deixar de dizer que lamento a decisão dos responsáveis por esta iniciativa, que não se lembraram, por descuido, ou talvez não, de como este trabalho poderia ser significativo para as pequenas economias familiares de Cabo-Verde…

    Beijinhos para ti, e mais uma vez parabéns.

  10. Olá!

    E mtos parabéns pelo seu trabalho!

    A ideia dos sacos foi fantástica! Infelizmente não poderei ir a esse congresso..fico com a esperança que algum dos meus colegas me “empreste ” o saquinho dele..para eu o exibir aqui por Aveiro!!!

    D

  11. Cara Alexandra peço desculpa mas tenho mesmo de responder ao seu post: Sou colega dos organizadores do Congresso e testemunha da quantidade de tentativas que eles fizeram para que estes sacos fossem feitos localmente..infelizmente não tiveram de Cabo verde nenhum feedback…daí terem recorrido ao trabalho da Rosa Pomar!

    Talvez não tenha ideia do trabalho que dá fazer um Congresso.. mas acredite que isso foi tomado em consideração pelos meus colegas!!!

    Atenciosamente,

    D

  12. morango azul, não querendo começar aqui uma discussão porque não acho muito correcto estarmos a utilizar espaço alheio para isso – mas não me importo de o fazermos particularmente via email, deixe-me só dizer-lhe o seguinte: quem como eu trabalha em paises em vias de desenvolvimento directamente com as comunidades, observa no dia a dia o impacto de pequeninas coisas que para nós europeus parecem verdadeiramente insignificantes. As economias domésticas nestes países apoiam-se em estruturas tão débeis que explicadas fora de contexto nem sequer parecem crediveis. ao convivermos com estas realidades desenvolvemos tiques e toques que nos levam por vezes a reagir de uma forma extrema. Este poderá ter sido o caso e se magoei os seus colegas as minhas desculpas. Sei o que custa organizar um congresso porque durante muitos anos foi essa a minha profissão. Sei o pesadelo logistico que é quando são realizados em países terceiros. Uma das alternativas a que recorriamos em situações semelhantes a esta era trabalhar com a diáspora presente em Portugal.

  13. Estamos a falar de Cabo Verde, país culturalmente (e não só) tão europeu quanto africano. Democracia estável. Produção cultural notável. Turismo, crescimento económico razoavelmente sustentado. Também à custa da emigração, é certo. mas o mesmo se pode (ainda) dizer de Portugal. Cabo verde também já tem imigrantes. Cabo Verde não precisa de condescendência.

  14. Que coisa fantástica!!!!! Você merece, pois seus trabalhos são lindíssimos!!

    Bjos

    Kátia

  15. Seu trabalho é maravilhoso !!! Adorei os tecidos e gostaria muito de comprar- los.

    Sucesso !

    Bjos,

    Sabrina

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