nível

sewing machine cover

A seguir a uma capa para a máquina de costura só falta começar a debruar a crochet os panos da louça para chegar ao nível máximo de parolice. O objecto, impossível de fotografar de forma lisonjeira, é útil e já me fazia falta há muito tempo. Usei como molde a capa feia e em mau estado que vinha com a máquina e deixei de fora as costuras para ter um ar menos arranjadinho. O tecido é este.


sewing machine cover

14 comments » Write a comment

  1. Está bem gira! Eu sinto que depois das pegas de cozinha, ainda dou por mim a fazer o “belo naperão”

  2. I love this idea. I have an ugly plastic cover for my sewing machine. I think I might try this. Hope its not too hard to do. Thank you for the idea.

  3. Adoro um toque Kitch para desarrumar um pouco o programa estético (que é notável no teu trabalho)

  4. o naperon nas costas do sofá, conjunto de 3 para o quarto, cobertura para o rolo de papel higienico extra na casa de banho,sacos para guardanapos, sacos para os rolos do cabelo, sacos para os sacos de plástico, cobertura para a mesa com colecção de fotos e miniaturas de porcelana, saco para o saco de água quente, debrum nas toalhas de banho, debrum nas cortinas da cozinha com tira de bules,quadro em ponto cruz com benção para o lar. Em associação e complemento: prato com foto do Papa joão Paulo II, Senhora de Fátima que brilhe no escuro, galo que mude de tons conforme a temperatura, cravos de renda com pedúnculo plástico, cão de porcelana, quadro do menino com a lágrima…

  5. Pois eu cá gosto:) do tecido e da capa… se calhar souum bocado parola, hehehe, provinciana pelo menos;)

  6. C’um caneco, acabei de descobrir que sou altamente parola. :)

    E pior é descobrir que não me importo nada. :D

    E esta agora, não estava à espera deste auto-reconhecimento.

    Se queres que te diga, não percebo onde está o piroso dessa cobertura, funciona ao pretendido, os desenhos até são alusivos (se bem que deva confessar que não gosto desse tecido, só da cor do fundo e textura) ao objecto e função dele.

    Na verdade, ainda bem que há gostos para tudo.

    Beijoca e sê “parolenta” de vez enquando, até que faz bem.

    SP

  7. “o naperon nas costas do sofá, conjunto de 3 para o quarto, cobertura para o rolo de papel higienico extra na casa de banho,sacos para guardanapos, sacos para os rolos do cabelo, sacos para os sacos de plástico, cobertura para a mesa com colecção de fotos e miniaturas de porcelana, saco para o saco de água quente, debrum nas toalhas de banho, debrum nas cortinas da cozinha com tira de bules,quadro em ponto cruz com benção para o lar. Em associação e complemento: prato com foto do Papa joão Paulo II, Senhora de Fátima que brilhe no escuro, galo que mude de tons conforme a temperatura, cravos de renda com pedúnculo plástico, cão de porcelana, quadro do menino com a lágrima…”

    E depois de tanta parolice, vamos todas ser as novas donas de casa fazendo sacos de xita, meias, e bonecos…assim é a evolução. ;)

  8. Ups, acho que a carapuça serviu a umas quantas de nós, também eu não vejo qual é o mal de ter panos debruados a crochet, há uma frase que se diz à muitos anos: ‘gostos não se discutem’.

    Parece-me a mim que o que temos dentro das nossas casas é da nossa inteira responsabilidade, vejo em muitos blogs peças em crochet, tricot ou tecido que não queria nem dadas, mas não me vejo no direito de criticar os seus gostos.

    Todos gostamos de qualquer coisa que as outras pessoas não gostam, o meu pior mal é o gosto musical, aqui no Alentejo não é toda a gente que gosta de Chemical Brothers ou Nicola Conté, (já para não falar no Dj Dolores esse é mesmo o meu cumulo), no escritório uso ‘fones’ senão já sei que seria fortemente criticada, vaiada, (Chemical Brothers, o que é isso???) ;)))

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