babywearing

new baby sling

A propósito dos novos slings na loja, mais algumas imagens antigas de babywearing, duas dos finais do século XIX e uma dos anos 20 do século XX (ou seja, todas de muito antes de o Dr. Sears ter inventado a palavra babywearing). Uma do País de Gales (mais um exemplo da técnica do xaile, tão parecida com a portuguesa), outra do Japão e ainda mais uma do Brazil, de uma ama negra com um bebé branco às costas.

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meias e mais

yet another pair of handknit socks

Antes de mais, muito obrigada a todas e a cada uma das pessoas que se deram ao trabalho de contar como conheceram este blog. Não querendo ser demasiado lamechas, posso dizer que fiquei emocionada com a quantidade e ainda mais com o conteúdo de muitas das histórias. Fiquei surpreendida com a quantidade de pessoas que cá vieram ter depois de verem o blog referido na imprensa ou daquele episódio na sic mulher. Parece que os media tradicionais conservam um peso maior do que o que tenho tendência a atribuir-lhes. O Random Integer Generator escolheu o comentário número 33, o que calha muito bem por ser a minha idade, de modo que o rolinho segue para a Cristina José. Por os comentários serem tantos tirei um segundo número à sorte pelo mesmo método: a dama de honor, que vai receber um bocadinho de cada um dos meus galões, é a Fã silenciosa (n.º 131).

A quem pediu a receita do bolo, o F. (que foi quem o fez) diz que é secreta, mas vou ver se o convenço a partilhá-la aqui em breve (e a fazer-nos outro, que este foi comido num instante).

As meias da imagem são as que terminei mais recentemente. São quase quase simétricas e mais altas que as anteriores (desta vez consegui usar o novelo praticamente todo). Tricotar estas lãs em público é sempre uma experiência divertida: ouvem-se muitos Oh! e Ah! a elogiar o trabalho até se explicar que o mérito é sobretudo da (esta é a 315). Depois os Oh! e Ah! passam para o novelo, acompanhados de um certo olhar de assim também eu. Quanto às meias, estão como as castanhas: quentes e boas.

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Esta manhã estive a preparar estes rolinhos de retalhos para a Retrosaria. Juntei às sobras outros pedaços e acabei com um monte de quadradinhos, rapidamente transformados em mais um saco (feito a pensar no desta fotografia). Combinar tecidos africanos não é tarefa fácil. Uma das maneiras mais eficazes é usar retalhos muito grandes (como fiz neste quilt) e outra é cortá-los em pedacinhos tão pequenos que desfaçam os padrões e diminuam os contrastes.

Sobre os sacos, estava para publicar aqui as instruções para os fazer, mas descobri entretanto umas muito bem feitas para uns parecidos, de modo que não vale a pena. Estão aqui: Reversible patchwork bag. Tenho um rolinho destes a mais para sortear entre os comentadores deste post. Basta que me contem quando e como vieram parar pela primeira vez à Ervilha Cor de Rosa. Obrigada e boa sorte!

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a fazer

e tu, o que é que estás a fazer?

e agora?

Páginas perdidas do argumento da longa tarde de brincadeira com a melhor amiga. Hoje caiu-lhe mais um dente e faz seis anos não tarda.

Eu também me entretenho, mesmo sem cobras nem esquilos, a sonhar alto com a minha loja e a actualizar a Retrosaria.

passajar

passajar

darning

Depois de se começar a fazer roupa ganha-se um apreço pelo trabalho e pelos materiais envolvidos que muda a forma de olhar para a que se vê nas lojas. Fica-se com mais respeito por quem a cria e faz e com menos por quem vende a preços tão baixos que implicam certamente a exploração de alguém. O passo seguinte (do meu percurso, pelo menos) é ponderar cada vez mais cada compra e comprar menos mas melhor. Depois há que saber compor, que é a parte aborrecida até se aprender a olhar para ela de outra maneira e que implica o domínio de técnicas em vias de extinção, como a de passajar. Neste campo tenho quase tudo por aprender, mas vou fazendo progressos. As pantufas velhas da E. renovadas para a A. com remendos (aliás rambend-uf, que é como ela diz) são um sucesso.

Darning / Passajar:

Caixinha do tempo e contents of the painted austrian box, o meu kit de compor meias e outro de longe mas de conteúdo quase igual.

Rato multifunções (via dite lulu).

Mended, de uma das minhas paragens diárias obrigatórias e Make Do and Mend, para ler e aprender.

Imagem: Unidentified woman darning a sock from a story concerning the Ford Motor Company (pormenor), 1937.

noro

a

Há muito, muito tempo, na altura em que percebi que as lãs que queria usar estavam na internet e não nas lojas da Baixa, a Noro foi a primeira marca a seduzir-me. Fiz com lãs Noro esta camisola (Ravelry) para a E. que ela usou até as mangas lhe estarem pelos cotovelos. Passou directamente para a A., que começou a usá-la no Inverno passado e continua em óptimo estado. Depois disso fiz muitos gorros e continuo fã.

Na fotografia está a A. com uma gola-capuz (em Inglês diz-se cowl) feita com as Noro que chegaram agora à Retrosaria. O modelo é este (sem o canelado) e fi-la em três serões. Está a uso permanente (por mim, claro).

Outras peças a experimentar com a Noro Silk Garden: este gorro, este cachecol e este colete.

paula rego

paula rego

paula rego

Íamos deixando passar a exposição na Colecção Manuel de Brito, que acaba amanhã. Tive a sorte de numa viagem de família a Londres, há muitos anos, ter entrado no atelier que Paula Rego tinha na National Gallery. Além da força dos quadros em que trabalhava, marcou-me na altura a maneira invulgar de falar, cheia de imagens e como que sem filtros. Hoje fiquei a conhecer ao vivo alguns dos seus bonecos, como este Gato das Botas de 1978.

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