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Apesar de ter começado a brincar com retalhos já há anos, nunca tinha experimentado a técnica da parede de flanela. É usada pela Denyse Schmidt e recomendada no seu (excelente) livro – Denyse Schmidt Quilts – de iniciação ao patchwork. Além do mais, é extremamente simples: uns metros de flanela presos à parede (ou, como no meu caso, provisoriamente pendurados numa estante) dão uma superfície a que os tecidos aderem como se fossem autocolantes. Em geral combino os tecidos no chão, mas a verdade é que o chão está sempre no meio do caminho do jogo das escondidas, dos berlindes e da carruagem dos playmobil. Um cenário de flanela, que não é preciso desfazer ao fim de umas horas, é de facto muito mais simples.

Os tecidos deste meu próximo quilt são quase todos da Retrosaria, mais dois ou três que tinha guardados há uns anos. As cores são uma variação das que uso sempre (só com mais preto e tons ligeiramente mais saturados). O padrão é dos mais simples que há (quadrados alinhados verticalmente), mas no meu caso foi directamente inspirado por esta lindíssima fotografia que me serve de desktop há mais de um ano:


Sabe and Donna Choate standing in front of quilt draped on fence

Sabe and Donna Choate standing in front of quilt draped on fence, 1978 (arq. Quilts and Quiltmaking in America).

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