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  1. Devagar e de certa forma para o resto da vida, pois, se a dor passa, a saudade essa permanece. Um beijinho.

  2. Um grande beijo. Carregado de todas as recordações e momentos que a minha avó me deixou, mas também com muita saudade.

  3. São incríveis os tesouros que se vão guardando ao longo de tantos anos. Personalidades indelébeis. Um abraço muito fraterno

  4. As recordações que temos de Avós especiais acompanham-nos para sempre. Um grande beijinho, Raquel

  5. um beijo sentido, ficam as memórias muitas delas feitas de cheiros. Até hoje tenho um xaile da minha avó.

  6. Ainda hoje recordo os meus avós com um especial carinho. As boas memórias prevalecem e essas são as melhores. Força e um abraço!

  7. Hoje mesmo li o pensamento que se segue, da autoria de Omraam Mikhaël Aïvanhov: “Ninguém pode negar que é muito doloroso perder um ser querido. Mas o amor permite ultrapassar essa dor. Vós pensais que, quanto mais se ama, mais se sofre com uma tal separação. No momento, sim, sem dúvida. Mas, se tiverdes amado verdadeiramente um ser, com o tempo cria-se entre ele e vós uma outra forma de relação, vós senti-lo como uma presença constante. E à noite, durante o sono, estais também com ele. Quando despertais, talvez não vos lembreis desse encontro, porque as viagens da
    alma durante o sono raramente vêm à consciência, mas, com o tempo, sentireis que essa ligação é cada vez mais forte. Deus não fixou limites ao amor. O amor é mais forte do que a morte. Os seres que se amaram com um amor verdadeiro nunca se deixam, a sua alma transpõe todos os obstáculos da matéria.”

    Um beijinho

  8. Demorei a perceber e depois não sabia o que dizer. Acho que dizes tudo, na verdade, o luto faz-se devagar. É isso.

  9. quem nos parte deixa para trás um rasto de coisas por nomear. dizemos

    este é o rio em que te miravas a tarde alongando-se para lá da ponte e o chápe-chápe das ondinhas suaves criando um caminho por onde os pássaros desciam e vinham beber o entardecer e o silêncio. quem nos parte deixa para trás todas as outras coisas do mundo por nomear. dizemos

    aqui pensámos nos dar as mãos e os abraços

    aqui nos falámos das pequenas tristezas e olha aquela é a cor exacta dos teus olhos. quem nos parte habita depois os lugares

    longe longe

    em que a memória concebe outras histórias e os nomes se instalam em nós

    devagarzinho e muito devagarzinho nos enxugamos de tanta água

    blimunda, com um beijinho

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