natal

feliz natal

mh

…aqui no Bairro, entre heterodoxos presépios e chãos estrelados. Encerrei as compras de Natal com um álbum para os selos que a E. começou a coleccionar. Aviso quem passar pelo Chiado à procura de prendas especiais que há um (único) exemplar do lindíssimo O pintor e o pássaro no canto da montra da Sá da Costa e umas altamente tentadoras mochilas-capuz em burel na nova Saberes e Fazeres da Vila (Rua Nova do Almada, 103).

collégien

collégien

collégien

Numa simpática manobra de charme, a loja online da Collégien resolveu oferecer-me dois pares dos seus célebres sapatos-meia. Já os tinha namorado várias vezes, e não só são tão bonitos ao vivo como parecem online como elas os acham muito confortáveis. Escolhi dois modelos da linha farwest e para mim não sei se vou resistir a estas. Como em casa nunca usamos sapatos habituei-me a coser descalça e agora na Retrosaria passo o tempo a pôr e a tirar as botas para ir de um lado para o outro, o que não dá jeito nenhum. Pai Natal, é o 39, ok?

xuz

xuz

A verdade é que eu não precisava absolutamente destas botas, mas não lhes resisti. A sola de madeira e as tachas revelam imediatamente a fonte de inspiração, mesmo que não se saiba nada sobre a marca. Só depois de chegar a casa é que fiquei a saber mais sobre a Xuz, através deste artigo e do site, e fiquei rendida. Sempre gostei de andar de socos (usava estes na rua quando era pequena), algures no final dos anos 80 tive uns daqui e a E. tem uns de Ponte de Lima. Os sapatos, socos e botas em couro com sola de madeira foram uma constante em Portugal (pelo menos no Norte) e em algumas localidades ainda há artesãos activos no seu fabrico. Algumas imagens e longa vida à Xuz: Read more →

eu dela

treat

Um retrato meu feito pela A., que tem por aqui tão menos tempo de antena do que a E. teve. Não é que tenha menos tiradas dignas de memória (ainda ontem nos pôs a todos a rir por pensar que o plural de bispo – a peça de xadrês – fosse bichos pu). É só a sina (e cada vez mais acho que também a sorte) dos segundos filhos.

Em baixo, um top da Annie Larson, designer-maker de Minneapolis cujo trabalho sigo desde o ano passado. Depois de muito tempo a namorar as suas cores e padrões fantásticos, não lhe resisti. Ao estreá-lo, ontem, apercebi-me de que foi a primeira peça de roupa que comprei este ano para mim. Fazer é poder.

sabão casulo

sabão casulo

Continuando com a produção nacional, eis o meu sabonete preferido. Não é um sabonete, é sabão, daquele que nas drogarias está arrumado nas prateleiras de baixo, ao pé do azul e branco. Chama-se Sabão Casulo, o Google não o conhece e não seca a pele. É cor de madrepérola, feito com óleo de côco, não tem perfume e vem numa barra que se corta às fatias para usar no banho.

Cada vez gosto menos de cosméticos e mais de boas receitas. Tenho de fazer um post em breve sobre piolhos (mais precisamente sobre como, quando há três anos a E. os trouxe da escola, nos livrámos deles sem champôs da farmácia). Read more →

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