Chita - arquivo

a minha sardinha

selo Chita

Os CTT estão a promover um concurso de propostas para emissões filatélicas do próximo ano. Já só faltam três dias para a votação terminar, de forma que não conto ficar entre os dez primeiros lugares (os que passarão à fase seguinte), mas não podia deixar de puxar a brasa à minha sardinha e propor uma colecção de selos sobre chitas.

casa tavares & tavares

Casa Tavares & Tavares

Mais uma entrada para o Crafty Tour of Lisbon, com uma loja que parece não ter mudado muito nos últimos anos e felizmente continua cheia de fregueses. Os lojistas têm bigode e muitos anos de caixa, como gostam de dizer. É uma das minhas preferidas em toda a Baixa de Lisboa.

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mais trapilho

trapilho

A Ana mandou-me este delicioso laço de trapilho para umas experiências que quero fazer. Os padrões são lindos (aqui há outros exemplos) e mostram que se produzem tecidos magníficos em Portugal, ao contrário do que sugere a pobreza das nossas lojas. No dia em que possa, arranjo um tear (como fez a Catarina Almeida) e aprendo a tecer o trapo tão bem como a mulher de Monsaraz que fez esta manta:

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chita ♥

chita

chita

De alguma maneira, esta imensidão de posts sobre chitas granjeou novos clientes a certas lojas e outros tantos pares de olhos mais atentos a montes de trapo e fundos de baús. Se essa for a conquista deste blog, dou-me por satisfeita.

Esta chita lindíssima foi-me enviada pela Joana Miranda e, para além de ter passado imediatamente a ser uma das estrelas da minha crescente colecção (acho que já posso chamar-lhe isso), fez-me ter ainda mais a certeza de que um dia vou matar as saudades que tenho das jornadas na BN com uma investigação a sério sobre a história destes tecidos e destes padrões.

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tanto calor

tanto calor

saco de chita

saco de chita

Da primeira série de sacos deste verão estes são os últimos. Já estou a escolher tecidos para os próximos e acho que para além das chitas vou atacar o meu stash de tecidos africanos.

Nota: O funcionamento do weblog.com.pt nos últimos tempos tem deixado muito a desejar: impossibilidade de publicar entradas durante horas a fio, comentários que não ficam registados, etc. Apesar de ter sido uma das primeiras pessoas a aderir ao serviço começo a ter vontade de migrar para paragens mais fiáveis. Já perdi a conta aos emails enviados para o apoio técnico. Aos que tentam comentar e não conseguem as minhas desculpas. A alternativa é o email rosapomar arroba mac ponto com (reclamações para suporte arroba weblog ponto aeiou ponto pt).

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shangri la

saco de chita

Mais um saco de chita de regresso à loja.

chita

saco de chita

Já fez um ano que costurei o primeiro saco. Perdi a conta às vezes que foi à máquina. As cores esbateram um bocadinho (e ficaram, acho eu, ainda mais bonitas) e continua ao serviço (nas compras, nas idas aos correios, nos passeios). Revistos a correr os arquivos, fiz com estas novas velhas chitas pelo menos: sapatos, cobertores, edredões (*) e mudadores, bordados, muitos, muitos sacos, pegas, mais sacos, babetes, estojos de agulhas, quilts, chatelaines, aventais e, claro, bonecos. Pensando bem, voluntaria ou involuntariamente, o que lhes fiz mais foi mesmo publicidade.

Acho que ainda há ombros vagos que cheguem para mais uns sacos. Estes já regressaram à loja foram vendidos esta manhã (obrigada!).

a propriamente dita (chita)

chita

Não é da que se fazia há mais de cem anos nem tem o estilo por razões desconhecidas dito de Alcobaça (de padrões como este, felizmente facsimilado e produzido actualmente), nem é a minha preferida, mas é chita propriamente dita, da de 70cm de largura e trama muito aberta, frágil, parola, linda. Quantos fins de rolo como este que esperou por mim haverá ainda? Quando for grande escrevo-lhes a história.

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on a brighter note…

chita

Vale-me a fiel e velha ixus, metida na mala antes de voltar a sair de casa. Graças a ela pude trazer comigo (só em pixels) este não-percebi-o-quê de chita velhinha, desbotado, remendado, lavado e pendurado num estendal por onde passei.

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