o meu primeiro dia

na escolinha, a doer, foi hoje. Chegámos cinco minutos depois da hora, o suficiente para encontrar os meninos mais pequeninos no momento crítico depois da partida dos pais. Ela já ia pouco confiante e eu cometi o erro (sei lá se foi erro) de pensar que era melhor ficar mais um bocadinho até as coisas acalmarem.

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avental-estojo

avental-estojo

Não sei se vem nos livros, mas acho que é mesmo um facto: por volta dos dois anos começa a idade das malinhas. Dão imenso jeito para os trinta segundos em que se quer mesmo sair de casa com aquele boneco/livro/lápis/peça de lego na mão e em geral perdem o interesse mal se andou uns metros e passam o resto do passeio na mão (ou, com sorte, dentro da mochila) da mãe. À cintura acabo de comprovar que chegam a ficar o passeio todo. Além do mais, um kit de caderno+lápis pode permitir à mãe dar dois dedos de conversa pouco interrompida com uma grande amiga acabada de regressar a Portugal.

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o saco

saco

Depois de pronto e lavado, o saco da E. ficou bastante parecido com o que queria fazer. Usei como modelo um outro, feito por uma das irmãs da minha bisavó, e que é tão bonito que merece um post só para ele. Este é tal e qual aquilo que se costuma chamar um saco do pão, por fora feito de restinhos de tecido e por dentro de tecido branco de algodão, neste caso novo mas que também costumava ser reaproveitado (por exemplo de sacos de farinha).

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self portrait tuesday

mãos

Ainda não sei o dia ao certo, mas o ano lectivo da E. está quase quase a começar. Tenho de marcar uma muda de roupa, um par de lençóis, um cobertor… Ultrapassada que está a maior parte das angústias prévias, agora tenho sobretudo curiosidade para ver como vamos reagir ao grande dia.

chita com amoras

chita de alcobaça

Um saco de verão na loja e mais links:

Babi-gami: já conhecia o livro há algum tempo, mas voltei a cruzar-me com ele por acaso em duas páginas diferentes no mesmo dia (esta, que também vem a propósito dos links com a Holly Hobbie, e esta). No dia em que a E. nasceu aprendi uma espécie de baby-gami com a puérpera moçambicana da cama ao lado (aliás aprendi muitas coisas com as mulheres com quem partilhei a enfermaria). Chamámos-lhe a técnica do burrito e era a maneira ideal de manter a E. quente e aconchegada nos primeiros meses.

#302

302

Nos últimos dias a E. tem passado grande parte do tempo a testar os limites da nossa paciência. É como se tivesse decidido redigir um ultimate guide do seu território e das leis que o regem. Para reunir toda a informação necessária tem de fazer a experiência de quebrar todas as regras (pelo menos uma vez) para testar a nossa reacção e também de tentar fazer-nos ceder por todos os meios conhecidos (sedução, birra, má educação, repetição até à exaustão, etc.). O mais complicado é mantermos a coerência entre nós e entre incidentes e termos o nosso guia pronto antes do dela (olha lá, ela nesta gaveta pode mexer ou não? ou quando ela pisa um livro de propósito é para ralhar em tom médio, zangado ou muito zangado? e por aí fora).

Os sacos de ontem já foram todos resgatados e os anteriores vão chegando a novas paragens.

o infantário (continuação)

vintage ribbon

[Em resposta aos comentários] A E., pelo menos para já, vai para uma escola normal que fica a poucos minutos de casa e de onde não quis vir embora de todas as vezes que fomos lá habituar-nos ao espaço, às pessoas e à ideia. O prédio desta escola é grande, cheio de luz e bem-cheiroso e a educadora-mor inspirou-me confiança desde o primeiro encontro. Tem um pátio ao ar livre à escala e o dia-a-dia dos meninos dos três anos para cima parece ser bastante recheado de actividades diferentes. Sobre o que fazem os mais pequeninos (com quem a E. ficará nos primeiros tempos) não me sinto tão optimista. Ando à luta com as minhas ideias feitas acerca das educadoras de infância (o que vi até hoje não me tem animado muito) e sobre os repertórios musicais e visuais dos infantários em geral.

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...

Daqui a dois meses a E. estará no infantário de segunda a sexta pelo menos algumas horas. Depois de tantas dúvidas, estou convencida de que é a altura certa e ela parece estar mais do que pronta para este passo. Já ando a sonhar com ler o jornal todas as manhãs, voltar a desenhar, começar finalmente a fazer yoga e, claro, ter outro bebé.

Outras coisas:

Bonecos em pano pintado da Mia Hansen (outro link repetido), bonecas do Equador e uma almofada leão.

Os sacos de chita continuam a encontrar novas casas. Amanhã segue um para junto da prendada Viviane Hack.

Amostra: galeria de projectos de jovens criadores portugueses.

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