à princesa

carnaval

A educadora da E. acha que eu sou fundamentalista, mas não é verdade. Eu sou é activista anti gordura hidrogenada, aditivos na comida e piroseira indiscriminada. E (também) não sou grande adepta do Carnaval escolar. No ano passado foi assim (o que ela cresceu!) e este ano também consegui não complicar mais do que o necessário, ou seja concentrar-me no que ela quer e a faz feliz – verniz para as unhas – e não no que é que as outras crianças vão vestir. Meio metro de cetim digno das marchas de Lisboa transformado ontem a desoras num manto, três pedras preciosas cosidas ao vestido de veludo, uma tiara et voilà. Era mesmo isto que eu queria, mãe. Era mesmo isso que eu queria ouvir, filha. Mas eu gosto é das máscaras que ela inventa.

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