#506

506

1, 2.

Ontem saímos felizes e inchados do consultório, convencidos de que no geral temos feito um bom trabalho. Que paciência devem ter de ter os pediatras para aturar todos os dias não as crianças mas o rol de pais e mães (nós incluídos) embevecidos com as gracinhas e percentis dos respectivos rebentos. O desafio principal, agora, é resistir à tentação do circense mostra lá à doutora como já sabes … e … e deixá-la dizer e mostrar só o que quiser e como quiser.

Desenhos lindos de grandes e pequenos e desenhos lindos por grandes para pequenos.

#513

513

Feito com tecido vindo de Singapura, lembra-me chá de frutos silvestres.

#502 e #492 nas suas novas casas e a #509 que não chegou a aparecer aqui mas de quem a E. se despediu com muitas lágrimas, o que não foi nada agradável.

De uma agulha só, extraordinários amigurumi feitos pela Elisabeth Doherty.

(…e não tinha visto que a Pal também tem uma cama de princesa da ervilha!)

De saída para a consulta de rotina dos 3 anos da E, ainda me sinto como quem vai fazer um exame da escola.

#510 e #511

510 e 511

Com a E. convalescente, muitas horas de sono e a casa novamente operacional espero regressar esta semana em força ao trabalho e conseguir retomar o ritmo. Deixei por ler muitos posts mas às vezes é preciso respirar fundo longe do monitor.

Dos links de que não me esqueci entretanto ficaram:

Happy anniversary!: o meu primeiro boneco na China continental.

A Princesa e a Ervilha com colchões para brincar.

Procuram-se grávidas ou mães de gémeos: apelo de um babyblog invulgarmente divertido e bem escrito.

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#508

508

É o primeiro irmão do Anacleto (nome que usei um dia para rimar com alfabeto numa das cantilenas que improvisamos diariamente à hora do banho e que lhe ocorreu para baptizar o macaco) e vê-se maior aqui.

Reorganizar a despensa implica revisitar dezenas de caixotes poeirentos. Até o digital como suporte e a internet terem entrado no meu dia-a-dia era uma obsessiva caçadora-recolectora de imagens. Coleccionei selos e recortei revistas durante anos, passatempos a que a minha chamada cultura geral deve bastante e que não sei a que actividade infanto-juvenil contemporânea correspondem. Para além disso guardei revistas até muito tarde. O resultado de tudo isto são quilos de reproduções de quadros, reportagens, biografias, programas de espectáculos, guias de museus e informação em geral organizados alfabeticamente tornados absolutamente inúteis desde que deixei de forrar dossiers e a julgar pelo número de vezes (zero) que lhes peguei nos últimos dez anos. Os selos ficam e o resto (recortes e revistas) vai ter de ir embora, o que me fez lembrar a diferente relação que os novaiorquinos têm com o lixo. Em Nova Iorque apanhei imenso lixo da rua, porque lá todo o lixo que não é lixo propriamente dito é tratado como potencialmente interessante para outrem. De caixotes limpos e arrumados, sozinhos no passeio, trouxe discos de vinil, revistas (lá está) e uma régua de madeira que uso regularmente. Aqui sei que o que não for muito bem fechado em sacos de plástico e colocado no contentor aparece espalhado no passeio passados dez minutos. Por isso lá vão as minhas The Face de 1991, Wired de 1995 e Wallpaper de 1998 directamente para a reciclagem, sem hipótese de encontrarem novos donos. Deve ser por isso que não temos por cá scrap stores e thrift stores propriamente ditas.

#505

505

Há momentos em que a luz é perfeita e pronto. Dei pelo de hoje quando lhe estava a lavar os dentes, na cor da pele dela, mesmo em cima da hora de sair para escola, e disse-lhe

estás tão bonita que temos de ir tirar umas fotografias.

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