#527

527

Muito obrigada por todos os comentários e emails acerca dos últimos posts. Sobre a ida à televisão, optei mais uma vez por não ir, apesar dos bons pros como os que a Marta salientou. Para além de não me identificar muito com este tipo de programas há a questão da escala. Faço minhas as palavras da Hilda sobre o assunto: …nem me parece que no meu caso, se justifique tanta exposição e tanta audiência para as poucas peças únicas que faço. Conclusão, a ser muito conhecida por muitos, prefiro que o meu trabalho seja reconhecido por alguns. Não é por snobismo, mas sobretudo por timidez. A relação que tenho com as entrevistas escritas, no entanto, é completamente diferente. Quase todas as que dei até hoje (tenho de actualizar os arquivos) foram extremamente descontraídas e agradáveis (tirando, claro, a parte das fotografias), mesmo quando não conhecia como leitora as publicações em causa. Entrevista a sério foi a do António Lobo Antunes ontem no segundo canal.

♥: bolas de trapo saloias, pinguins num diner e bonecos japoneses (via Débora).

#525 #526

525 e 526

Ao tentar nova investida para levar a bom termo a minha novela social (o email que enviei há quase um ano para a Direcção Geral de Saúde ainda não teve resposta), não encontro ninguém do outro lado da Linha do Cidadão Idoso (não atendem dentro do horário e o voicemail atingiu o limite de mensagens). Terão os funcionários morrido de frustração?

#519

519

Deste lado: tinha de fazer um link para este post, nem que não fosse senão por nele se cunhar a expressão semântica cutchi-cutchi. Esta questão dos sapatos para andar passou-me completamente ao lado. Só a posteriori percebi que era assunto, por uma amiga (olá Marta) me falar em plantares e arcos do pé. Sempre me pareceu que os bebés e os sapatos não tinham sido feitos uns para os outros (e a E. deixou quase por usar um monte deles). Aflige-me ver bebés com sapatos que não deixam os pés curvar-se e os dedos fazer ginástica (que é o que eles fazem o tempo todo se estiverem descalços). A E. começou a andar em casa e dentro de casa (da nossa, entenda-se) não usamos sapatos. As teses dos sapatos que moldam bem os pés lembram-me logo, passe o exagero, práticas de outros tempos e paragens. Nem sei bem quais foram os primeiros sapatos em que andou (talvez estes?) Só sei que eram macios e bem largos à frente, como todos os outros que teve até hoje. Ah, e o facto de não achar nada práticos os sapatos para bebés não quer dizer que não me delicie com eles.