da manu

mobile

A Manu, que vive no Brasil, é a herdeira de uma tradição japonesa de fazer mobiles. Fez este especialmente para a E. e ela, mal o viu, não só ficou encantada como quis tocar em todos os passarinhos e todas as missangas. Com o mobile vinham ainda um livro e um disco aos quais espero poder dedicar-me ainda hoje. Muito obrigada, querida Manu!

(hoje estou babada com os gatos pretos da Alice Azul)

link galore

Fim-de-semana atarefado e produtivo. Começo a ter a cabeça cheia de projectos para o Natal mas não sei onde conseguir tempo para os pôr em prática.

Da Suécia, país da Pippi das Meias Altas, chega-me o link para uma menina de quem fiquei imediatamente fã: Camilla Engman. Por causa dela, lembrei-me de uma sua conterrâna que há que tempos que não visitava: Jojo Falk (tall and strong and blonde and blue-eyed / pure and healthy, very wealthy / I’ll grow wings and fly to Sweden*).

Boygirlparty: Para juntar ao grupo das mais mais prolíficas e especiais de todas as meninas-crafty (servida aqui em doses diárias).

PhotoStamps: Eis outra das razões pequeninas para querer estar na América do Norte.

Egiggle: bonecos legumes.

Knit It Yourself: para as estreantes no tricot, o modelo de cachecol mais simples do mundo.

We are what we do: uma lista de coisas pequeninas que são grandes.

curtas

retrosaria

Afinal a quase chita que trouxe de Viana chama-se cretone e também se vende em Lisboa, no número 251 da Rua dos Fanqueiros. Pelos vistos estes cretones-quase-chitas são mais grosseiros do que as extintas chitas verdadeiras e são todos produzidos por um único fabricante (que se espera que continue a fazê-los por muitos anos).

Recycled Silk Yarn: No número de Outono da Knitty, uma saca irresistível, tricotada em desperdício têxtil da confecção de saris.

Amy Rue: Outra mãe que faz criaturas de pano depois de pôr os filhotes na cama.

japonismo, etc.

cafe

Fui comprar café a um especialista para retribuir o livro que o Kenichi me enviou. Gosto de lojas antigas, de poder confiar à pessoa por detrás do balcão a escolha do que vou levar e de ficar só a tirar fotografias.

Da minha onda de japonismo:

O crème de la crème das fazedoras de coisas lindas: Yokodoll. Não se perca uma só imagem.

Conhecer o trabalho de mais e mais ilustradores e designers europeus através do reconhecimento que têm no Japão. É o caso de Hervé Morvan e Bruno Munari.

Moldes e técnicas para fazer bonecas de pano de colecção no site da senhora Chiharu Kikuchi

Mais:

Napa Books: Um excelente sítio para gastar o saldo acumulado no PayPal (via Art for Housewives).

Semear e colher:

Um e outro gato da Marta.

samba life

Samba Life!!

Quando descobri o site da Yuriko Watanabe, e porque tenho o sonho de fazer um livro assim um dia (ainda tenho muito que aprender), perguntei ao Kenichi se não queria alinhar noutra troca. O livro chegou ontem acompanhado de uma colecção de postais com as personagens e é ainda mais bonito do que eu tinha imaginado. O envelope trazia ainda, para além de vários desdobráveis da editora cheios de coisas apetitosas, umas castanholas do Anpanman e balões de papel para a E.

Doumo arigatou gozaimashita!

Thank you Kenichi!

curtas

da retrosaria

Achados de hoje: seis olhos de vidro (segundo a senhora da loja deixaram de se vender quando as estolas de raposa deixaram de estar na moda), uma Máquina de fazer cordão de tricot (ou french knitting) – as que usei em pequenina eram um simples carrinho de linhas de madeira com quatro pregos pequeninos -, dois mini pandas de crochet que a senhora não quis confessar o quão velhos eram com medo que eu perdesse a vontade de os trazer e os últimos metros de algumas fitas chamadas desportivas que parecem saídas dos anos 70.

E mais:

Colinette: para juntar às minhas marcas favoritas de lã.

As ilustrações da Bela Silva.

Receita de queques n’O Manancial da Noite.

lufa lufa

boneca tradicional

Há talvez vinte anos, os meus avós trouxeram de uma feira esta boneca de pano e uma outra que tenho de encontrar qualquer dia. Creio que eram novas na altura e nunca vi nenhuma parecida, assim mãozuda e sem feições.

Os dias parecem cada vez mais curtos. O sol já se põe mais cedo e o trabalho é cada vez mais. Sonho com o dia em que poderei ficar dedicada só às minhas coisas.

Já muito em cima da hora, voltamos a pôr em causa a ida da E. para o infantário. Por muito que as horas nos sejam preciosas – a nós, às coisas que são difíceis de fazer com ela a passarinhar em volta, a pedir que lhe desenhemos o milésimo ão aõ, nini (gato) e (peixe) do dia e que construamos mais uma torre de blocos de madeira – parece sempre mais importante sermos nós a partilhar com ela essas experiências e a ouvirmos os chilreios cada vez mais complexos e próximos de frases a sério que diz enquanto se concentra nas novas habilidades (calçar os sapatos, trepar à cadeirinha pelo lado de fora…).

E ainda:

Palavras simpáticas e mais palavras simpáticas e bonecas a caminho de Espanha.

Mãos à obra:

Moldes de bonecos e bonecas (thank you Hillary and Maia).

E ainda, o Craftster.org Blog (via Oh Theo!).