his old pants

his old pants

his old pants

Pressupostos desta mala:
1. guardo todos os pares de calças de ganga estragados (1.1) porque acho sempre que é desta que aprendo a fazer fundilhos como deve ser, (1.2) porque em miúda tinha sacos feitos de calças de ganga pela minha mãe e (1.3) porque preciso de mais uma saia.
2. A minha única experiência anterior com english paper piecing, há cinco anos, ainda está na gaveta por terminar mas (2.1) esta fotografia é irresistível e (2.2) um conjunto de hexágonos faz-se durante um espisódio de Mad Men.

Como as calças eram umas Levi’s Engineered tive de usar algumas costuras curvas para aproveitar o tecido. As alças, grandes que chegue para usar o saco ao ombro, foram feitas com o cós. Read more →

parte dois

almofada e saco-cama

Feito o babete, faltava um saco-cama de algodão e uma fronha pequena para a sesta na escola. Os tecidos africanos foram uma escolha óbvia pela consistência, por não terem avesso, e também porque acho que a A. os vai associar mais ao conforto de casa e a um dos seus quilts favoritos do que se usasse um simples pano de lençol.

A fronha é uma tira de tecido dobrada e unida dos lados por dentro, com uma simples bainha nos topos. O saco-cama é basicamente uma capulana dobrada ao meio e unida pelo avesso em baixo e num dos lados até metade da altura. Read more →

en récup

linda

en récup

en récup

A A. vai pela primeira vez para o infantário dentro de dias e a um mês dos três anos. Por muito que precise do tempo e que ache que é a altura certa, boa parte de mim não está preparada para a ter longe tantas horas. O material pedido pela escola é pouco e faço questão de o reunir sem compras: o primeiro item da lista (um babete de enfiar pela cabeça) fi-lo com uma t-shirt velha. A ideia de certeza que não é nova e parece-me boa. Limitei-me a cortar a t-shirt do feitio certo e, para ter a certeza de que não desfia demais, a percorrer a orla com um zigue-zague feito com ajuda do precioso walking foot. Read more →

fios

pardo e surrobeco

Cooperativa Oficina de Tecelagem de Mértola

Não sei se é por o tema ser o meu preferido, mas achei a exposição do IEFP deste ano na FIA – Fios, Formas e Memórias dos Bordados , Rendas e Tecidos – particularmente bem conseguida. A secção das mantas tecidas, por si, já vale o passeio. As alentejanas (da Cooperativa Oficina de Tecelagem de Mértola e da Fábrica Alentejana de Lanifícios de Mizette Nielsen) e trasmontanas (de Sendim, feitas em surrobeco recortado e aplicado sobre surrões – sacos antigos de lã e algodão usados para guardar os cereais -), estão expostas lado a lado e formam um conjunto impressionante. Ainda lá volto esta semana.

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singer 306k

heavy metal

A minha nova velha máquina de costura é uma Singer 306k feita em 1961, trazida do mesmo sítio que estes retalhos. Ainda não a experimentei (porque precisa de ser bem limpa, afinada e instalada) mas estou ansiosa e, pelo que tenho lido online, convencida de que nos vamos tornar grandes amigas. Há muito que pensava trocar a minha máquina de plástico por uma de metal, e esta surgiu-me no momento certo. Por sugestão da Rita, vou levá-la a passear a Santarém para ser tratada por um especialista, porque infelizmente a Singer portuguesa há muito que deixou de se interessar pelas máquinas que fizeram o nome da marca e em Lisboa não é fácil encontrar assistência de qualidade.

Se alguém tiver experiência com este modelo, as sugestões são bem-vindas.

saco do pão

saco do pão

coser

As desculpas da gerência pela falta de variedade nos temas dos últimos posts, mas com a contagem de narizes entupidos a subir é o que há. Este saco (ainda sem nastro nem borlas) foi feito com dois de cinco blocos prontos há anos. A minha ideia na altura era fazer um quilt inspirado neste mas só com três cores. Não aconteceu, e os blocos ficaram numa gaveta até há poucos dias, quando me ocorreu que dariam uns belos sacos do pão, com ar português, apesar de os tecidos serem quase todos reproduções de padrões americanos dos anos ’20-’30.

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coser

patchwork promenade

patchwork promenade

Como sempre nesta altura do ano, estou a fazer prendas de Natal. Se conseguir acabar uma por dia não tenho de comprar nenhuma.

(Amanhã ponho na Retrosaria estes novos fechos pac-pac gigantes, que dão para fazer malas).

PS: os fechos já estão na Retrosaria e, em resposta ao comentário da Iva: não vou fazer destas bolsas para vender (tenho uma longa lista de prendas à frente), mas são muito simples e bastante rápidas de costurar. O tecido é este e só é preciso mais um bocado de batting ou flanela grossa (baetão) e um tecido liso para o forro. Dão uns óptimos estojos para o tricot ou para o computador portátil.

nível

sewing machine cover

A seguir a uma capa para a máquina de costura só falta começar a debruar a crochet os panos da louça para chegar ao nível máximo de parolice. O objecto, impossível de fotografar de forma lisonjeira, é útil e já me fazia falta há muito tempo. Usei como molde a capa feia e em mau estado que vinha com a máquina e deixei de fora as costuras para ter um ar menos arranjadinho. O tecido é este.

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