campo

alhos vedros

alhos vedros

Não me lembro de em pequena ser grande fã de cavalos, mas agora impressionam-me. São outra medida do espaço e do tempo pré-industrial, como o pão feito em casa e a roupa cosida à mão.

Já a tomar o gosto a uma semana de férias que aí vem, apetece-me levar agulhas e lã para fazer meias, mas como serão as primeiras preciso de um bom modelo e não sei por onde começar (sugestões?).

Pub:

Recebi da editora para oferecer aqui (!) um exemplar do livro The Friday Night Knitting Club. Ainda não o li, mas consta que é chick lit com tricot pelo meio, e que é divertido (vou sorteá-lo no fim de semana entre os interessados que deixarem um comentário neste post).

Read more →

no seixal

casaco novo

manas

Como a E. adoptou definitivamente o dela, fiz um casaco para a A. Este cruza um bocadinho à frente e pode levar um botão para ficar fechado. Também é reversível e do outro lado tem o mesmo tecido do capuchinho vermelho que a Rita usou nesta camisa.

De manhã passeámos no lindo centro do Seixal. Fiquei curiosa com os postigos que há em muitas casas, que não são para as cartas e parecem demasiado pequenos para gateiras.

mosaico hidráulico

mosaico hidráulico = Lúcio Zagalo

mosaico hidráulico = Lúcio Zagalo

Soube da existência de um fabricante de mosaico hidráulico em Estremoz pela revista K (ou seja, há mais de quinze anos), mas só graças a um comentário neste post fiquei finalmente a saber como se chamava. Hoje rumámos ao Alentejo para conhecer a Fábrica de Mosaicos Hidráulicos de Estremoz.

O Mestre Lúcio Zagalo faz mosaico hidráulico desde os catorze anos. Trabalhou em várias oficinas durante a juventude e acabou por abrir o seu próprio negócio. Na pequena fábrica (todos os mosaicos são feitos por ele numa única prensa) reúne cerca de dois mil (!) moldes diferentes, uns herdados, outros mandados fazer a gosto do cliente ou para trabalhos de restauro de pavimentos antigos. De cada molde podem sair muitos padrões, dependendo da forma como se usem as cores, pelo que as possibilidades são quase infinitas. Depois há ainda os lindíssimos mosaicos com fingido de madeira ou mármore, feitos com muita arte (desenhados individualmente à mão e sem molde). O melhor é ver, escolher e levar impresso, porque só uma ínfima parte dos desenhos está em exposição e o que apetece quando se lá chega é trazer um de cada.

Read more →