gato e rato

e. cose

e. cose

A gata fez desaparecer para um esconderijo secreto os ratinhos de brincar e a E. decidiu fazer-lhe um novo. Puxei d’O meu Primeiro Livro de Costura, que sei de trás para a frente por o ter folheado tantas vezes em pequena, e deitámos mãos à obra. Normalmente maça-se ao fim de uns minutos de agulha na mão (e eu nunca insisto para que continue) mas hoje não perdeu o interesse. Ficou pronto num instante e foi o brinquedo da tarde.

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☐ ☐ ☐

desenhar

desenhar

O banho, esse pedacinho de dia em que se tenta fazer o jantar enquanto elas chamam de dois em dois minutos.

Os lápis foram uma magnífica dica da Vera. Vieram da Sigtoys.

WIP: estou a instalar os slings e outras coisas aqui. Está a dar muito que fazer, mas acho que vai valer a pena e simplificar bastante o processo de encomenda (o feedback é bem-vindo).

twitter

twitter

Mora cá em casa desde ontem e chama-se assim porque nos chegou via Twitter. É da minha cor preferida (ex aequo com cinzento) no que a gatos diz respeito e pôs o maior sorriso que vi até hoje na cara da E., que há quase um ano que sonhava ter um animal de estimação e que já lhe construiu um ginásio de cartão e fita-cola. Talvez venha a precisar de uma categoria de posts só para ela.

Quilt ♥: simples e eficaz. A tentar com esta combinação.

de papel

o elfo imaginário

o elfo imaginário

A E. prepara os seus espectáculos com cada vez mais cuidado. Os últimos a que assisti foram O fantasma rei da Índia e O Elfre (sic) imaginário. As representações vão aos poucos ganhando consistência mas o que a entretém durante mais tempo é transformar a casa numa sala de espectáculos, construir a bilheteira e o bar e instalar a sinalética.

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normal

parto

Rineke Dijkstra, Julie, Den Haag, Netherlands, February 29 1994, 1994.

Esta fotografia, que é capaz de ferir algumas susceptibilidades, mostra um bebé com uma hora de vida ao colo da mãe. Foi tirada por Rineke Dijkstra, uma fotógrafa holandesa cujo trabalho explora muitas vezes momentos invulgares na vida das pessoas (veja-se também a sua série sobre toureiros portugueses, por exemplo). Apeteceu-me pô-la aqui depois de ler este post da Rita. Apesar de não ser de todo essa a intenção da autora, leio a imagem como um retrato particularmente feliz do que é (ou pode ser) um parto e os primeiros momentos de vida de um bebé: a segurança da mãe, de pé e sorridente uma hora depois de dar à luz, com os instintos à flor da pele e o bebé tão colado a ela quanto possível.

Nos últimos dias o meu quilt tem perdido para a leitura do momento, que recomendo a todas as mães e futuras mães: The Continuum Concept, de Jean Liedloff (obrigada, Marta, pelo empréstimo).

brincar

haba

haba

Este é um dos melhores brinquedos que alguma vez entraram cá em casa. A E. escolheu-o para prenda de anos ao folhear um catálogo da Haba. O que ela queria mesmo era isto, mas o número dois da lista deixou-a mais que satisfeita (veio da Oficina Didáctica, uma das minhas lojas de brinquedos preferidas em Lisboa). Parece uma simples caixa gigante de blocos de madeira, mas tem um objectivo: construir percursos o mais compridos e complexos possível (com desníveis, curvas, saltos e o que mais se queira) que um berlinde percorra até ao fim só com a ajuda da força da gravidade. As possibilidades são infinitas e tem a enorme vantagem de integrar facilmente outros brinquedos, sejam eles de madeira ou não, para altear as pistas e decorar o caminho. Quando forem os anos da A. somos capazes de comprar mais umas peças (há muitas por onde escolher).

Por falar em brincar, vale a pena ver o documentário brasileiro Criança, a alma do negócio que está disponível no YouTube (dividido em cinco partes). Para quem como eu se choca com a publicidade para crianças que há por cá, a realidade relatada neste filme é quase inacreditável. A primeira parte segue aqui em baixo:

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flores

flores

flores

Os meus tecidos preferidos têm padrões com flores, sejam elas grandes, pequenas, sóbrias, campestres ou folclóricas. Não estou sozinha: se se pudesse olhar de uma vez para todos os tecidos alguma vez estampados, aposto que as flores apareciam em pelo menos três quartos. Não é difícil encontrar razões para esta predilecção, no entanto é rara a vez que me lembro de trazer flores para casa apesar de morar bem perto de várias floristas conhecidas. A peónia da fotografia e a sua companheira de jarra vieram da Em nome da Rosa, porque o enorma ramo da montra me fez parar no passeio a olhar para ele. Deu-me vontade de desenhar.

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