tetracrafts

tetrapak
Na melhor das hipóteses, é isto que acontece aos nossos tetrapaks de todos os dias*, mas a verdade é que há quem se tenha lembrado de lhes dar outros usos. A Margarida Botelho um dia recebeu uma carteira feita a partir de uma embalagem destas e achou a ideia tão boa que resolveu fazer mais e ensinar os outros a fazê-las também. As carteiras são lindas!
Nos dias 19 e 21 de Dezembro, a Margarida vai estar no Mercado de Natal – Amigo da Terra, na Oficina da Cultura em Almada, a mostrar como se fazem estas carteiras e outras coisas a partir de embalagens tetrapak usadas. Para além disso, ela está a pedir às pessoas (cá em Portugal e no estrangeiro) que lhe enviem alguns tetrapaks pelo correio (passados por água e espalmados) para a seguinte morada: Rua do Trevo, n.∫ 4 – Quinta do Rouxinol – 2855-206 Corroios Portugal (ela promete agradecer com um tetrapresente). O email dela é aabotelho arroba net ponto sapo ponto pt.
How would you like to see your used milk and juice cartons transformed into beautiful wallets like this one? Choose a few of your most colorful cartons and send them (washed and flattened) to Margarida Botelho: Rua do Trevo, n.∫ 4 – Quinta do Rouxinol – 2855-206 Corroios Portugal. She’ll send you something made by her in return. Her email is aabotelho at net dot sapo dot pt.
* Sobre o destino dos tetrapaks (contentor das embalagens ou do papel/cartão), veja-se este post e os seus comentários.

a lã é grande

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Fiquei contente com o artigo do Carlos Quevedo publicado no DNa (Diário de Notícias) de hoje. A conversa da qual o texto nasceu tinha sido muito agradável e, depois de saber que era o Carlos o responsável pelas traduções selvagens da saudosa revista K, tive a certeza de que nada de mau poderia sair dali. Aproveito só para fazer uma pequena errata: Primeiro, não sou nem nunca fui professora de História Medieval, por muito que isso estivesse nos meus planos de quando entrei para a faculdade. Latinista, ainda menos, apesar de continuar a saber bem pelo menos as primeiras três declinações. E finalmente, na minha cabeça, tricot e Idade Média têm tudo a ver um com a outra. Read more →

#102

soft doll

Tal como o #101, o #102 foi acabado nas vésperas da feira e partiu antes dela acabar. E tal como o #101, sei que vai ficar em boas mãos.

a minha loja

Às vezes penso que gostava de vir a ter uma loja. O ideal era ser muito rica e não ter de me preocupar com vender de facto as coisas que lá houvesse. Há uma loja no Porto, muito velhinha, de que gosto muito (espero que nunca feche): tem um enorme balcão de madeira e um pé direito altíssimo, mais um corredor muito comprido por onde se pode ir até uma segunda sala, cheia de pó e nos dias que correm muito escura. É uma loja de tecidos. A minha loja também teria tecidos: chitas de Alcobaça, tecidos africanos e outros. E lãs, claro: lãs de Mértola e de outros sítios, de Portugal, de Inglaterra, do Japão, etc. Também teria de ter lápis de cor e tintas e carimbos e papeis e biscoitos como os da Ribeiro

Enfim, para já fico-me pela minha loja de brincar.