chita

saco de chita

Ontem fiz este saco com uma das minhas chitas predilectas. Achei melhor ter a certeza de que conseguia antes de cortar o tecido da Hillary. Ficou leve e resistente – óptimo para levar as encomendas ao correio ou as lãs para os encontros de tricot.

Também andei a explorar os sites das marcas nacionais de tintas para paredes. O único que merece uma visita é o da Cin. Preenchi o formulário para pedir um catálogo e já ando a mastigar os nomes pomposos das cores.

decoração

…é palavra que nunca entrou propriamente na minha vida. Quando me mudei para esta casa, há oito anos, só pensei em como distribuir os poucos móveis que trazia da anterior, quase todos comprados em enésima mão pelas lojas de velharias à volta de São Bento, e em acomodar os milhares de livros que já não cabiam na casa dos meus pais e os que eu própria fora acumulando. Depois chegou o F. e depois a E. e, pelo caminho, todo o lastro de uma licenciatura, de um mestrado, de alguns anos no Ar.Co e da vida em geral. E isto numa casa que, apesar de espaçosa, tem uma distribuição de espaço que pouco ou nada tem a ver com a forma como se vive (ou como nós vivemos) hoje em dia. Nos últimos dois anos, o crescimento desmesurado do volume em tecidos e todos os outros materiais que uso para os bonecos criou uma desmotivante desarrumação permanente quase impossível de resolver.

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sugar for my honey

Uma jarda inteirinha do magnífico tecido da Hillary e dois livros do urso Corduroy oferecidos pela Maria. Espero conseguir fazer um saco com o tecido. Gosto muito de sacos de pano daqueles muito simples, em pano cru, com alças grandes que chegue para irem ao ombro e que quando estão vazios se dobram e não ocupam espaço nenhum. Ando sempre com um desses dentro da mochila. O Corduroy entrou para o top de ursos da E. e os dois livros têm estado sempre por perto desde que chegaram. O meu top de ursos será eternamente liderado pelo Joanica Puff, no original ou na tradução perfeita de Manuel Grangeio Crespo. E depois do Puff (adaptações da Disney não incluídas), vem o Petzi, claro.

PS (1): O açucareiro veio de uma minhas lojas preferidas, a Pollux. É português e feito naquele plástico pesado que já se vê pouco. De cada vez que lá vou têm menos e em menos cores. Só espero que não tenham deixado de os fabricar.

PS (2): Os livros do Petzi deviam ser reeditados. Suponho que os senhores da Verbo não tenham percebido que nós que os lemos e adorámos em pequenos estamos reproduzir-nos e adorávamos comprá-los outra vez. Já pensei em escrever uma carta à editora a dizer isso mesmo. Talvez até conseguisse reunir mais umas assinaturas…

crafty chicas rule

make love not war

Comprámos a espiga nos Restauradores e chegámos à Rua da Conceição sem papoilas. A E. adorou a passear de ramo na mão e dá-lo a cheirar a toda a gente e eu gostei de ficar a ouvir as histórias das senhoras mais velhas sobre o que significa cada uma das plantas representadas. Ainda hei-de experimentar fazer pão no dia da espiga e guardar um bocadinho de massa para fazer o do ano seguinte, como também é tradição nalguns lugares. Pelo caminho apanhámos uma agenda cultural de Maio.

desabafo

Quando vejo partes do meu site descaradamente copiadas por outras pessoas fico a ranger os dentes. Às vezes são expressões ou frases inteiras* em verdadeiro copy e paste e outras são bonecos tão inspirados que irrita. Não é que eu tenha inventado alguma coisa ou que seja a primeira vítima de plágio da história, mas serão as vistas destas pessoas assim tão curtas? E o vocabulário assim tão limitado? Li outro dia numa entrevista a um criativo (amanhã logo acrescento o nome dele) que se nos inspiramos nalguma coisa, ao menos que seja para fazer melhor do que o original. É uma ideia ambiciosa mas que julgo sensata.

E depois de um post tão pouco típico vou dormir, a ver se me passa a má disposição.

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