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  1. gosto especialmente do cinismo/humour que escolheste como forma de passar esta mensagem

  2. O que acontece hoje é que a cópia é chamada de “inspiração”.

    Basta ver no Flickr.

    Provavelmente isto até nem vai ser bem aceite e não era aqui na Rosa que se devia falar mas como ela é uma das maiores fontes de “inspiração” nacional ( até eu levei por tabela! ), aqui vai.

    Portugal é daqueles países onde até se fazem coisas giras, mas ninguém arrisca até ter a certeza de que vai ser um sucesso – ou uma fonte de rendimento – por isso fica tudo a ver fotos e blogs durante o dia para ter uma mágica inspiração de noite.

    Basta uma olhada breve pelo blogspot, onde os blogs foram transformados em lojas virtuais e nada mais.

    Claro que servem para apresentar o trabalho, mas o preço está lá sempre, just in case…

    humm… mais sobre isto e é melhor fechar-me em casa enrolada nos bonecos, nos babetes ( ai meus queridos babetes ) e nos tecidos!

    vou comer papa de bolacha. só espero que a moda não pegue.

    ^_^

  3. Penso que és muito preocupada com cópias e na verdade no mundo tudo se copia. Tu mesmo não te inspirou na tua mãe para criar tuas peças?

  4. Este é um assunto recorrente por aqui, o que me parece muito bem, nunca é demais apelar à criação e à originalidade. Desde muito nova que gosto de fazer trabalhos manuais, e sempre achei disparatado e ofensivo quando me perguntavam aonde é que tinha visto, sim já tinha visto algo parecido ou muito diferente, o que importa…?Algum tempo depois de começar a seguir os dias da ervilha cor-de-rosa fiz uma boneca, que não era para ser nada daquilo mas por várias condicionantes acabou por ficar muito parecida com as princesas sem pernas que a fazes, e no entanto ainda não tinhas feito nenhuma princesa daquelas, a boneca foi feita para oferecer mas se a mostrasse diziam que era uma cópia muito imperfeita e mal acabada das tuas princessimhas. No mundo do craft esta obstinação pelos direitos de autor parece-me algo fantasmagorico, porque é tudo tão igual e ao mesmo tempo tudo tão, mas tão diferente. Mas sim sejamos criativos e cradores… e que continues a criar coisas tão tuas.

  5. Desculpa Rosa, usar este teu canto para pedir uma opinião.

    Van, se preferires responder-me no meu blog, eu aceito.

    Percebo a questão de quem cria “a sério” dos direitos de autor, acho que não gostaria de certas situações … mas realmente é dificil dizer que se alguém fez uma coisa num material por exemplo e vier outra que faz o mesmo, talvez em vez de um coração usar um molde de estrela, será que irão dizer que é uma cópia do trabalho da outra pessoa? Era isto que eu queria perceber o que era para quem cria como profissão e para quem gastou tempo e pestanas em formação.

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