das fraldas

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No grande ponto de encontro em que o mercado de agricultura biológica do Príncipe Real se tornou para mim e para a E. fiquei ontem a conhecer (olá Mariana) uma novidade (para mim) que estou a tentar encaixar entre o último grito do consumo consciente (assunto em que o meu blog de referência do momento é o Worsted Witch) e a mais absurda das fricalhices: o movimento anti-fraldas (alguns de muitos outros links: A culture without diapers; Dare to bare; Babies without diapers? No thanks). Já tinha pensado muitas vezes nos bebés sem fraldas dos documentários sobre tribos pouco ou nada ocidentalizadas (os menos telegénicos assuntos da higiene pessoal acabam por nunca ser abordados) – como é que aquelas mães andam sempre com os bebés sem fralda na anca e tanto elas como eles parecem sempre limpos? – mas não tinha percebido que não era preciso ir tão longe (cf. Decommissioning the diaper). Se vivêssemos no campo, se a casa não fosse tão fria e não estivéssemos à espera de um bebé de Inverno, se… . Para já (e em contagem decrescente para voltarmos à rotina das ditas) acho que me fico por mais uns emails para as principais marcas de fraldas descartáveis (ainda não me dedidi a experimentar as de pano) a explicar que eu e provavelmente muitos outros mães e pais preferíamos comprar fraldas mais pardas mas menos lixiviadas e, ainda melhor, biodegradáveis.

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