Agora que já não nos tem por casa quase o dia todo, a Twitter precisa de companhia. Arisca como poucos, raramente dada a colos e tão invisível às visitas que algumas chegam a duvidar que exista, parece-nos que um/a companheiro/a pequenino/a da mesma espécie lhe fará bem. Há canditatos? Eu preferia que fosse todo preto ou cinzento, mas estou aberta a sugestões.
A Ervilha Cor de Rosa
rosa pomar
Monthly Archives: January 2010
new old stock
Pediculus humanus capitis

Em resposta aos comentários ao post anterior, aqui vai a história de como os piolhos entraram cá em casa e saíram rapidamente:
Há cerca de três anos, era a A. ainda muito pequenina, a E. trouxe piolhos da escola e, antes de conseguirmos dar por isso, partilhou-os com o resto da família. Para mim foi a constatação de que afinal não acontece só aos outros e que (ao contrário do que se diz num dos comentários) as cabeças lavadinhas são tão apetecíveis para estes artrópodes nojentos como as outras. Corri à farmácia para comprar um champô próprio e garantiram-me que o mesmo podia ser usado por lactantes. As instruções da embalagem diziam o contrário, pelo que se impunha encontrar uma alternativa sem insecticidas. Continuar a ler
sabão casulo
Continuando com a produção nacional, eis o meu sabonete preferido. Não é um sabonete, é sabão, daquele que nas drogarias está arrumado nas prateleiras de baixo, ao pé do azul e branco. Chama-se Sabão Casulo, o Google não o conhece e não seca a pele. É cor de madrepérola, feito com óleo de côco, não tem perfume e vem numa barra que se corta às fatias para usar no banho.
Cada vez gosto menos de cosméticos e mais de boas receitas. Tenho de fazer um post em breve sobre piolhos (mais precisamente sobre como, quando há três anos a E. os trouxe da escola, nos livrámos deles sem champôs da farmácia). Continuar a ler
lopo xavier
As lãs mais bonitas de Portugal e arredores, agora e nas camisolas de há cinquenta anos (a fotografia de cima é de 1955), ou nesta de há quase trinta que parece nova (tinha umas verdadeiras mãos de fada, esta prima da minha mãe que nos fez camisolas a todos). E quanto mais olho para estas Phoebus na Retrosaria mais me apetece experimentá-las também em crochet (♥ ♥ ♥). Continuar a ler
avó
Uma das maneiras melhores de passar o tempo em casa da minha avó era brincar no chão com os botões, as linhas e as tesouras enquanto ela cosia à máquina e me contava histórias. Continuar a ler
museu de arte popular
mais de cá
Tal como aconteceu na semana passada, um dos pontos altos deste workshop foi poder ver de perto algumas peças portuguesas invulgares. Desta vez, um tapete de retalhos salvo pela Zélia de acabar os seus dias como capacho e um par de meias de algodão feitas no Alentejo pela avó da Marta. Continuar a ler


























