Desci ao Rossio para ir comprar sementes. Esta semana vamos finalmente dar vida ao Minigarden que o F. me deu no Natal.
A Ervilha Cor de Rosa
rosa pomar
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de volta
Regressámos de umas curtas mas excelentes férias para um literal duche frio: estamos sem gás em casa devido a uma fuga na conduta geral do prédio e ao mau serviço da LisboaGás. E se é inacreditável termos de ir para obras pouco tempo depois de a empresa instalar ou certificar as condutas no interior das casas, pior é os vizinhos preferirem voltar às botijas a investir no seu património. Enfim.
poisson d’avril

O primeiro de Abril francês é mais ao gosto da E.: inclui desenhar, recortar e usar fita-cola. Outro e outros peixinhos de Abril.
Quanto ao outro assunto, está neste momento nas mãos deles tomarem ou não a decisão certa. Mais novidades em breve (e façam figas!).
da baixa
Custa vê-los fechar, um a seguir ao outro. Os grandes armazéns de tecidos, com os seus balcões de muitos metros e prateleiras a perder de vista, parecem já não servir senão para fazer sonhar com um tempo que não se conheceu. No Porto no mês passado já não pude entrar no Simão Matos & Filho da Cândido dos Reis (ouvi dizer que vai ser transformado em bar) e em Lisboa desapareceu sem aviso o Depósito da Covilhã. O das fotografias descobri-o na semana passada, tão lindo quanto moribundo.
2009
Conseguir encontrar o espaço perfeito é a primeira coisa que me ocorre como plano para 2009. Para Janeiro também tenho objectivos: aprender a fiar (conselhos e links são bem-vindos), conseguir escolher as fotografias mais bonitas de 2008 (no ano passado foi difícil) e celebrar o primeiro aniversário da Retrosaria com um site maior e melhor.
Obrigada e igualmente por todos os votos de bom ano!
Imagem:
Paul Serusier, La Brodeuse, 1863-1927.
quase natal
Passámos a semana às voltas com a gripe. Atrasou-se o trabalho e a correspondência, não vi o F. e a Xica a tocar ontem à noite nem o lançamento da Ilha esta tarde. A E. instalou o Natal nos ramos de pinheiro que pusemos na sala. Perguntei-lhe que prenda gostava de ter. Cansada do final do dia e da semana, abriu um pranto: Não sei o que é que quero. Já tenho tantas coisas que não consigo pensar em mais nada. É o drama de não consumir publicidade. Ou de ainda não ter chegado à idade em que ela faz efeito.























