aprender

de boneca

Ontem entrei pela primeira vez na loja Zara Home e encontrei uma enorme variedade de quilts (não os vi no site). Todos feitos na Índia, acolchoados à mão e com tecidos muito finos mas lindíssimos. Fiquei surpreendida e, por momentos, tentada, sobretudo com os de criança, mas a verdade é que passados alguns minutos já só me ocorria pensar que miserável percentagem do preço final daquelas peças teria ido parar aos bolsos de quem efectivamente as fez. Entre o consumo consciente e a simples mania, opto sempre por comprar menos e mais caro mas mais fair trade e de preferência mais verde.

Tantos tecidos com flores à frente dos olhos por cima da insistência da E. nos acessórios dos bonecos (o cão e o Anacleto agora andam de fralda) levaram-me a começar um micro quilt com algumas amostras de tecidos Kaffe Fassett.

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neta de bolso

qoop flickr book

Resolvi experimentar a QOOP e imprimir uns micro livrinhos (tamanho cartão de crédito) com algumas das fotos da E. que tenho no Flickr. Chegaram num instante e estou satisfeita com o resultado: não só vou passar a cumprir o requisito de mãe que é andar com fotografias da filha na carteira como dão uma boa prenda para as avós e bisavós que vivem mais longe. E ocorreu-me que o formato também é bom para fazer pequenos portfolios.

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Deste lado: tinha de fazer um link para este post, nem que não fosse senão por nele se cunhar a expressão semântica cutchi-cutchi. Esta questão dos sapatos para andar passou-me completamente ao lado. Só a posteriori percebi que era assunto, por uma amiga (olá Marta) me falar em plantares e arcos do pé. Sempre me pareceu que os bebés e os sapatos não tinham sido feitos uns para os outros (e a E. deixou quase por usar um monte deles). Aflige-me ver bebés com sapatos que não deixam os pés curvar-se e os dedos fazer ginástica (que é o que eles fazem o tempo todo se estiverem descalços). A E. começou a andar em casa e dentro de casa (da nossa, entenda-se) não usamos sapatos. As teses dos sapatos que moldam bem os pés lembram-me logo, passe o exagero, práticas de outros tempos e paragens. Nem sei bem quais foram os primeiros sapatos em que andou (talvez estes?) Só sei que eram macios e bem largos à frente, como todos os outros que teve até hoje. Ah, e o facto de não achar nada práticos os sapatos para bebés não quer dizer que não me delicie com eles.

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