micro quilt

micro quilt

O quilt do Cão e do Anacleto (que continuam no top das brincadeiras) está pronto (aqui outra imagem). Acolchoar à mão seguindo os desenhos dos próprios tecidos é demorado mas divertido (mesmo que os meus pontos não sejam tão regulares nem elaborados como estes). Fica a vontade de fazer outro, maior.

Princesa da ervilha linda (via Mollychicken).

…e grandes notícias neste planeta. Parabéns, querida Hilda!

aprender

de boneca

Ontem entrei pela primeira vez na loja Zara Home e encontrei uma enorme variedade de quilts (não os vi no site). Todos feitos na Índia, acolchoados à mão e com tecidos muito finos mas lindíssimos. Fiquei surpreendida e, por momentos, tentada, sobretudo com os de criança, mas a verdade é que passados alguns minutos já só me ocorria pensar que miserável percentagem do preço final daquelas peças teria ido parar aos bolsos de quem efectivamente as fez. Entre o consumo consciente e a simples mania, opto sempre por comprar menos e mais caro mas mais fair trade e de preferência mais verde.

Tantos tecidos com flores à frente dos olhos por cima da insistência da E. nos acessórios dos bonecos (o cão e o Anacleto agora andam de fralda) levaram-me a começar um micro quilt com algumas amostras de tecidos Kaffe Fassett.

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neta de bolso

qoop flickr book

Resolvi experimentar a QOOP e imprimir uns micro livrinhos (tamanho cartão de crédito) com algumas das fotos da E. que tenho no Flickr. Chegaram num instante e estou satisfeita com o resultado: não só vou passar a cumprir o requisito de mãe que é andar com fotografias da filha na carteira como dão uma boa prenda para as avós e bisavós que vivem mais longe. E ocorreu-me que o formato também é bom para fazer pequenos portfolios.

#519

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Deste lado: tinha de fazer um link para este post, nem que não fosse senão por nele se cunhar a expressão semântica cutchi-cutchi. Esta questão dos sapatos para andar passou-me completamente ao lado. Só a posteriori percebi que era assunto, por uma amiga (olá Marta) me falar em plantares e arcos do pé. Sempre me pareceu que os bebés e os sapatos não tinham sido feitos uns para os outros (e a E. deixou quase por usar um monte deles). Aflige-me ver bebés com sapatos que não deixam os pés curvar-se e os dedos fazer ginástica (que é o que eles fazem o tempo todo se estiverem descalços). A E. começou a andar em casa e dentro de casa (da nossa, entenda-se) não usamos sapatos. As teses dos sapatos que moldam bem os pés lembram-me logo, passe o exagero, práticas de outros tempos e paragens. Nem sei bem quais foram os primeiros sapatos em que andou (talvez estes?) Só sei que eram macios e bem largos à frente, como todos os outros que teve até hoje. Ah, e o facto de não achar nada práticos os sapatos para bebés não quer dizer que não me delicie com eles.