confecção

calças novas

As calças do início da Primavera já ficam pelo meio da perna e precisam de um elástico menos apertado. Fiz-lhe ontem umas novas, sempre com os restos de ganga dos slings mas agora com forro para ficarem mais quentinhas. Usei um molde de um dos meus livros japoneses e do lado de dentro pus este tecido. Na cintura usei um botão e elástico com as respectivas casas, para as poder alargar mais facilmente quando for preciso.

Read more →

sonhar alto

drogaria

padaria

A busca continua. Obrigada por todos os votos de boa sorte e sugestões. Com outros tantos pares de olhos à coca, será de certeza mais fácil.

Hoje tive tempo para ir colar o nariz a mais umas montras, desta feita pelos lados da Madragoa. É lá que mora a minha drogaria preferida, aberta há cento e um anos. Encontrei muitas lojas fechadas (há mesmo mais lojas fechadas do que abertas, ou só parece?), e cumpriu-se a triste regra que vou encontrando um pouco por toda a parte: quanto mais preservados os interiores (chão, armários, etc.), mais perto da ruína está o edifício. Nos prédios que tiveram melhor sorte em geral as lojas perderam a graça pelo caminho. Mas a excepção há-de estar por aí à minha espera…

pó dos livros

Pó dos livros

No topo da estante da nossa sala há sempre livros para oferecer nas próximas festas de anos dos amigos delas. São quase sempre livros encontrados por sorte, e desaparecem depressa. Moram lá mais de uma dúzia dos do Enzo Mari, que daqui a vinte anos ainda hão-de fazer as delícias dos meninos de um e dois, mas já não sobrava nenhum para mais crescidos. Tudo isto para justificar as minhas compras na Pó dos Livros, onde fui pela primeira vez hoje, guiada por uma amiga. No que toca à secção de literatura infantil (as outras ainda não vi), e graças ao magnífico trabalho da Débora (especialista em recuperar livros esquecidos e desencantar raridades), é certamente a melhor livraria de Lisboa. Vou voltar em breve.

Read more →

crescida

mercearia

Primeiro trabalhar em casa só tinha vantagens e ter um outro espaço era apenas um sonho. A E. era pequenina e os tecidos cabiam em dois sacos que lhe serviam de poufs. Agora estou à procura. Não de um sítio qualquer mas do sítio certo. Idealmente, um espaço com uma vida anterior que lhe tenha deixado armários pré-ASAE e chão de mosaico hidráulico (claro), como o da fotografia (que vai ser demolido muito em breve). Ando de nariz colado às montras mais escuras e empoeiradas. A sonhar alto.

Page 1 of 212