l’oeil

olho

l'oeil magazine, 1961

Um quilt americano do século XIX pertencente a um museu inglês numa revista francesa dos anos sessenta. A capa chamou-me pelo canto do olho, esta manhã, no meu outro trabalho. As boas revistas do século passado são uma excepcional fonte de inspiração.

Mais retalhos:

Fine Little Day: triângulos e mais triângulos.

ritacor: a relíquia que veio ter com a Rita.

Entelepentele: um dos dos quilts mais lindos que tenho visto, feito integralmente à mão com roupas da família (parece a versão feliz deste outro).

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quilted planet

Quilted Planet

Comprei recentemente o livro Quilted Planet: A Sourcebook of Quilts from Around the World. Não foi nada barato, mas valeu a pena. Como o nome indica, é uma espécie de história mundial dos quilts, aliás colchas, organizada por regiões e profusamente ilustrada. Não sendo uma obra científica, inclui uma boa bibliografia e apresenta bastante informação acerca de cada um dos temas e regiões abordados.

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retalhinhos

senhora à janela

Os poucos dias que faltam para a A. fazer um ano foram a desculpa para experimentar inventar uma história de pano. A premissa era usar só restos de tecidos, e partir deles para construir o que fosse possível, uma página por dia. Esta tem um telhado que sobrou do #207 e uma matrioshka promovida a senhora alentejana vinda das sobras deste sling, mais uns retalhinhos deste quilt. A seguir, logo se verá.

Mais:

Louise-Marie Cumont por outros olhos.

Shizuko Kuroha: a vida começa aos 38.

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louise-marie cumont

louise-marie cumont

louise marie cumont

O convite para a inauguração tinha-me despertado a curiosidade e o post da Ana confirmou que era uma exposição a não perder, mas a visita superou as expectativas. A artista Louise-Marie Cumont (n. 1957) cria livros, mantas e outros objectos recorrendo quase exclusivamente a uma técnica tradicional de patchwork que consiste em criar blocks (quadrados) figurativos através da justaposição de quadrados, triângulos e rectângulos de pano. O padrão deste tipo mais conhecido é provavelmente o schoolhouse mas há muitos outros, que aparecem geralmente nos sampler quilts americanos desde os finais do século XIX.

As limitações da técnica são habilmente exploradas pela artista, que constroi séries a partir de objectos facilmente redutíveis a formas simples: a cadeira, a cama, o carro, a casa. Na exposição podem ver-se alguns dos livros e mantas produzidos por Louise Marie-Cumont em séries limitadas (alguns deram origem a versões impressas em papel) e há uma manta-brinquedo-gigante para mexer que torna ainda mais óbvia a qualidade técnica das peças e o cuidado na escolha dos materiais.

Mais sobre o mesmo:

Imagens da exposição e do workshop que teve lugar em Setembro.

Para quem quiser treinar a técnica, um livro japonês com alguns padrões (imagens aqui e aqui).

Os livros de pano da Rita e casas de retalhos.

Ema: Lindas ilustrações em tecido e a minha única incursão no género até à data.

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wip friday

quilt

Agora que a A. finalmente dorme sestas dignas desse nome posso reclamar de vez em quando para mim o chão da sala e enchê-lo de retalhinhos. Hoje peguei neste quilt começado há meses e dei-lhe um bom avanço. Vai ser bom para uma cama de grades e, se não me faltar a coragem quando o vir pronto, irá para a loja.

Quilting ♥:

Kaffe Fassett’s Quilts in the Sun: o novo livro de Kaffe Fassett é de certeza como os anteriores um regalo para os olhos e tem a particularidade de os quilts terem sido fotografados em Portugal. Já encomendei.

Inspiração: colagens e uma excelente colecção de azulejos portugueses no Flickr.

E, a propósito da fruta da época, eu gosto de ver o que a Jane faz e ler o que ela escreve (ainda não tenho o livro).

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mosaico

tipografia

A propósito de um dos chãos mais bonitos da minha rua, um link para o blog da Alix, que é novo em folha (sobre ela já escrevi aqui) e uma enorme vontade de ter um quilt para acolchoar à noite. Quanto ao mosaico hidráulico &hearts patchwork, continuo assim.

Quit love: Blossom quilt da Rita, este, um e outro log cabin antigos, e os que tenho de ir ver ao Barreiro.

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Nada a ver: ali na coluna da direita, estreei uma secção de posts em destaque.