livro aos quadradinhos

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Se calhar é de estar quase quase a chegar aos trinta, se calhar é por ter passado uma parte da adolescência vestida sem cor nenhuma e se calhar é por ter vivido sempre em casas com paredes brancas e por ter achado até agora que essa era a única cor suportável que elas podiam ter, mas a verdade é que por estes dias me apetece arriscar um bocadinho (mas não com verdes, de certeza). Já recebi óptimos conselhos sobre pinturas, já fui buscar um catálogo da Robbialac e continuo empolgada com este plano.

decoração

…é palavra que nunca entrou propriamente na minha vida. Quando me mudei para esta casa, há oito anos, só pensei em como distribuir os poucos móveis que trazia da anterior, quase todos comprados em enésima mão pelas lojas de velharias à volta de São Bento, e em acomodar os milhares de livros que já não cabiam na casa dos meus pais e os que eu própria fora acumulando. Depois chegou o F. e depois a E. e, pelo caminho, todo o lastro de uma licenciatura, de um mestrado, de alguns anos no Ar.Co e da vida em geral. E isto numa casa que, apesar de espaçosa, tem uma distribuição de espaço que pouco ou nada tem a ver com a forma como se vive (ou como nós vivemos) hoje em dia. Nos últimos dois anos, o crescimento desmesurado do volume em tecidos e todos os outros materiais que uso para os bonecos criou uma desmotivante desarrumação permanente quase impossível de resolver.

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desabafo

Quando vejo partes do meu site descaradamente copiadas por outras pessoas fico a ranger os dentes. Às vezes são expressões ou frases inteiras* em verdadeiro copy e paste e outras são bonecos tão inspirados que irrita. Não é que eu tenha inventado alguma coisa ou que seja a primeira vítima de plágio da história, mas serão as vistas destas pessoas assim tão curtas? E o vocabulário assim tão limitado? Li outro dia numa entrevista a um criativo (amanhã logo acrescento o nome dele) que se nos inspiramos nalguma coisa, ao menos que seja para fazer melhor do que o original. É uma ideia ambiciosa mas que julgo sensata.

E depois de um post tão pouco típico vou dormir, a ver se me passa a má disposição.

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coisas boas

caixa de coisas boas

A Daniela, que mora do outro lado do Atlântico, mandou-nos out of the blue uma caixa cheia de presentes: tecidos coloridos que hão-de entrar em breve ao serviço, continhas de madeira, chás que vamos a guardar para quando eu fizer areias, umas molinhas que são right up my alley e tesouras para a E. (que ela adorou). Muito obrigada!

A casa da Hillary chegaram ao mesmo tempo o meu boneco #171 e o fantástico Redtop da Camilla. E ainda nos EUA, dois meninos satisfeitos (thank you, Maria!).

PlasticBag.org, sobre como os spammers estão a arruinar o trackback (uma das minhas ferramentas preferidas).

Descobri este site porque um dos links de ontem era para aqui. Através dele cheguei a estes peixes e estes autocolantes.

Antes que esgotassem, decidi encomendar directamente ao Serrote um maço de cadernos lisos. E sei de fonte segura que na Lomo Lisbon já voltou a haver. Nada como planear o próximo natal com avanço.

Estou mais do que farta do template deste blog. O próximo ainda está meio desfocado mas há-de chegar um dia destes.

Alargar horizontes: múltiplos links sobre bonecas, reunidos pela Cynthia Korzekwa.

Estou com os azuis. Vou ali comer um bocadinho de chocolate.

quinta-feira fui à feira

da feira

Durante a gravidez tive dois empregos aos quais chegava de combóio. Levava sempre um livro mas todos os dias passava parte da viagem hipnotizada a olhar para o rio e a pensar quantas pessoas, como eu, criaram um catálogo mental das cores do Tejo e precisaram de inventar palavras para as descrever. Porque o rio nunca está azul ou cinza ou verde. Hoje às 10 e 20 o Tejo estava cinzul escurento.

A feira, essa, estava melhor do que nunca. Tanto eu como a minha companheira de expedição gastámos (aliás investimos) quanto levávamos e nem conseguimos ver tudo. Regressada a casa, a olhar para a qualidade das peças que trouxe (de etiquetas arrancadas e marcas desconhecidas), ganho um bocadinho de esperança na indústria têxtil portuguesa.

porto porto

300Km de combóio para cada lado com uma toddler que já não se deixa adormecer ao colo, dois dias a saltar entre todas as casas de todos os parentes. É a família e pronto, lá vamos nós. Segunda-feira estamos de volta.

pergunta frequentemente perguntada

É rara a semana em que não recebo pelo menos um email com perguntas sobre a minha maquineta de fazer crachás, e desde Domingo têm chegado um ou mais por dia. Tento não deixar ninguém sem resposta, mas a verdade é que se torna um bocado maçador, até porque já escrevi tantas vezes sobre o assunto que uma simples pesquisa no google chega para encontrar a resposta. Aliás, foi com uma pesquisa no Google que encontrei a máquina que tenho…

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