
Peterson, J., Knitting Fair Isle, 1939/1946.
O meu colete ainda não está pronto e já ando a sonhar com uma camisola de fair isle com um padrão mais tradicional e um feitio semelhante às dos anos 1920. Foi nesta altura que o tricot de Fair Isle se tornou conhecido em toda a Grã-Bretanha, graças a uma camisola oferecida em 1922 pelas mulheres das ilhas Shetland à família real que foi repetidamente usada pelo então príncipe de Gales.

Inkster, B., Thomas and Lizzie Kerr with their two sons, 1924 (detalhe).

Girl in Fair Isle pullover, 1930s.
Todas as imagens são do Shetland Museum and Archives Photo Library.



bem, o último colete é uma obra prima.
Adoro, adoro, adoro o modelo da última fotografia. Adoro!
camisolas de desporto… gosto como as senhoras todas a usam sem grandes ‘dessous’. A shetland depois de lavada fica mesmo muito macia e não pica. E claro o fair-isle era um tricot de verão. beijos, se precisares de assistência com as tesouradas apita.
Este último colete é mesmo especial! E gosto do estilo da utilização das camisolas, assim descontraído e a cair pelos ombros.
:)))))
vaid começar uma moda :)
lindas!
São lindos estes padrões.
obrigado pela partilha.
pois
adoro a primeira foto e o último colete (podemos imaginá-lo em várias variantes de cor)
Pingback: fair isle (3) | A Ervilha Cor de Rosa